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Passeio na Pedra de Cebola e Praia da Costa

Hoje fui com a tia da minha mãe passear um pouco pela região metropolitana de Vitória. Tinha planejado levá-la para conhecer o parque Pedra da Cebola e dar uma volta na UFES. Pegamos o ônibus para ir no parque na parte da tarde. Quando chegamos no local fiquei preocupado, vi tudo fechado e não vi ninguém. Normalmente sempre tem ambulantes realizando vendas na entrada do local. Depois vi que entrou uma pessoa por um portão pequeno, depois disso vi que lá estava aberto. 

Pela primeira vez vi lá tão vazio. De fato, as ruas estavam praticamente desertas. Dentro do parque tinha algumas crianças brincando nos parquinhos. Tia Do Carmo tem um problema no joelho e não conseguiu caminhar muito. Ela ficou sentando no banquinho e tirei algumas fotos. Tomamos água de coco, ficamos sentados lá por um tempo e depois fomos embora. 

O nosso próximo destino foi a Praia da Costa. Não sei muito bem pegar ônibus. Pegamos um que deu uma volta enorme por Vitória e Vila Velha, acabamos parando no terminal do Ibes. No terminal eu perguntei se tinha algum ônibus que ia para a Praia da Costa, o moço me disse que o ônibus que estava chegando passava na Praia da Costa. Subimos no bendito ônibus, ele deu uma volta enorme e fomos para no terminal de Vila Velha. Depois finalmente chegamos à praia. Durante o trajeto um monte de gente pulou a roleta. Tia Do Carmo ficou assustada, eu disse que eram as pessoas que moravam nas comunidades de Vila Velha. Na praia andamos um pouco no calçadão, comemos esfirra e andamos mais um pouco. Depois quando estava anoitecendo, fomos embora. Finalmente consegui pegar os ônibus correto e conseguimos chegar mais rápido em casa. 

Foi muito bom o passeio e percebi preciso sair mais. E preciso sair em lugares com pessoas que tenho empatia. 

Passeio no Shopping Vitória e dificuldade em pegar ônibus

Hoje sai com a tia da minha mãe e fomos passear um pouco. Por ser um lugar mais acessível, fomos ao shopping. Ela tem problemas no joelho, então a levei em lugar que precisasse de menos esforço para andar. O bom que tem um ponto de ônibus perto de casa. Foi praticamente atravessar a rua e pegar o ônibus. Sempre fico confuso que lado da rua que é para pegar o ônibus. O transporte público de Vitória demora um século para passar, a partir de agora, quando precisar usar ônibus para me locomover, vou ver os horários. 

Nós rodamos o shopping e vimos alguns produtos de algumas lojas. Vi que algumas roupas masculinas estão bem baratas, vale mais a pena ir na loja e comprar do que pedir por internet (o que mais pesa é frete dos Correios). Depois de um tempo andando pelos corredores, fomos comer. Pedi um lanche do Giraffas, estava com muita vontade de experimentar o lanche de lá, pois nunca tinha comido nada da marca. O lanche de lá é gostoso, não é gordurento que nem outras redes de fast-food. A minha tia-avó tomou um chopp em outro estabelecimento. Ela viu um monte de gente comendo franguinho no espeto e falou que em Belo Horizonte ela nunca viu em Shopping. Eu disse que no Espírito Santo tem uma franquia que se chama Zé Coxinha onde vendia um monte de salgados. Ela pediu um espetinho e mini-churros, eu bebi um suco de goiaba. 

Fiquei curioso em ir na loja da L’occitane, os produtos me surpreenderam pela qualidade, o preço é bem caro, mas usar um perfume deles parece que vale a pena. A loja que representa os produtos do Brasil tem produtos maravilhosos, não gostei muito da linha francesa (e a atendente da loja francesa não foi muito simpática também). Depois fomos na Americanas, compramos umas coisas e fomos embora. Quando saímos já estava bem tarde. Estava com medo de perder o ônibus. O ônibus municipal demora um século para passar. Pegamos o transporte coletivo da região metropolitana, fomos para a cidade da Serra, paramos no terminal, pegamos outro ônibus e paramos perto de casa.