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Salvando uma espécie de vida de um assassinato

Sonhei que estava no que parecia ser outro planeta/dimensão. Eu era uma garotinha ou me conectei emocionalmente com uma. Eu tinha conhecido uma espécie de criança-esqueleto (vivo), o ser tinha a cabeça triangular e os ossos não eram conectados, tinham um vazio entre eles, os olhos apenas ficavam flutuando dentro do triângulo. 

Estávamos numa praia com uma enorme extensão de areia, lá tinha um esqueleto que parecia ser da espécie dele. Este esqueleto era adulto e tinha as estruturas do corpo mais complexas. Ele usava uma espécie de armadura, este esqueleto estava lá para matar o menor. O menor começou a entrar em desespero, parece que o grande agarrou ele. Não sei como eu matei/derrubei o maior. Dentro da cabeça (a cabeça era parecida com nosso crânio, tinha sensação de profundidade) daquele ser saiu uma espécie de lava. O menor se liquefez na areia, parecendo um espécie de camuflagem. Eu escutei umas crianças brincando na praia, mais perto do mar, mas não sabia se era da espécia deles ou humanos. Eles estavam vendo a situação e ignoraram ou não estavam vendo o que estava acontecendo.

As crianças começaram a gritar e sabia que tinha perigo a vista. Ouvi uns barulhos estranhos e uma espécie de “vento” sobre a pele que sabia que era uma representação de perigo. O tempo naquele dia parecia ser um fim de tarde. A garota avistou uma casa perto da praia. Ela tentou puxar a criança-esqueleto da areia, ele parecia muito zonzo. Finalmente ela conseguiu puxar o ser para a casa. A garota estava tendo pensamentos como: “Se esta casa está abandonada por que ela está intacta?”, “Se houve uma devastação, por que os vidros das janelas estão perfeitos?”, uma espécie de questionamento daquela realidade.

Ela abriu uma janela giratória de lado, só que o espaço para entrar era muito pequeno. Ela se sentiu idiota de ter entrado com a mochila, pois o tempo estava curto. Ela tinha que ter jogado a mochila na casa, depois ter entrado com a criança-esqueleto. Forçando a entrada, em um momento conseguiu estar dentro da casa. Lá dentro ela se questionou como as coisas estavam perfeitas e sem nenhuma sujeira. A menina tentou achar um lugar para se esconder que não desse vista para a praia. Ela achou um quarto nos fundos da casa que tinha vista para uma espécie de lavanderia. Ela e a criança-esqueleto se esconderam debaixo da cama, ela achou um pano e tentou cobrir os dois, mas o pano era pequeno demais e não dava. 

Uma mulher com roupa de soldado os encontrou, a garota implorou para não matar a criança-esqueleto. Ela fez o contato com o chefe dela via vídeo-conferência. A garota falou com o homem. Ele falou que precisava fazer aquilo (matar os “esqueletos” para ganhar dinheiro para pagar os estudos), ele cobrou um valor para poupar a vida da criança-esqueleto. Parece que teve uma espécie de “bug” naquela realidade, depois ele falou a mesma frase, mas cobrando um preço menor. Parece que a garota pagou virtualmente. Na “tela” do sonho abriu uma espécie de programa que mostrou o valor disponível, nesse momento vi as coisas pelos olhos dela. 

O sonho acabou aí, acredito que tudo deu certo. 

O que foi 2017 e o que esperar de 2018

2017 foi um ano muito estranho para mim, parece que meu senso de dimensão de tempo mudou completamente. Agora a minha cabeça está dividida por semestres, pois é assim que são os ciclos da universidade. Nem lembrava o que tinha feito no início de 2017, parecia que foram coisas que aconteceram há dois anos. No começo de 2017 ainda estava morando em um bairro chamado Jabour, no começo do ano começou uma crise de violência, me mudei para outro bairro, depois me mudei de novo… Enfim foi uma loucura. No começo do ano passado ainda era um cristão convicto e ainda ia na igreja em alguns finais de semana. Pareciam que as coisas estavam muito distante do tempo atual.

2018 vai ser um ano de disciplina e de enfrentamentos de medos. Fui na praia com a senhora que alugou o quarto da casa dela para mim, pensei em ficar em casa e dormir. Eu odeio morar no apartamento dela, ela fala alto, fala muitas coisas negativas e tem um jeito muito arrogante, mas não pretendo mudar por agora, mudar é um processo cansativo. Melhor morar com ela do que arriscar e viver com usuários de drogas ou em frente a usuários de drogas, lidar com alguém difícil pode servir como um ensinamento. Chegamos perto da praia, ela se sentou à mesa em um bar perto dos amigos dela, eles pareciam ser do mesmo jeito, escrúpulos e arrogantes. Fui dar uma volta no calçadão. 

A praia não estava tão cheia como pensei que estaria. Começou a chover e caiu um monte de raio no final de 2017, quando virou o ano parou de chover. Vi os fogos no pier, perto da estátua de Iemanjá (reparei que pintaram a estátua com uma cor de pele mais escura). Reparei alguns sinais de como será meu 2018, agarro e acredito nas realizações que posso ter nesse novo ano. 

2017 foi um ano que comecei a criar patrimônio, consegui um estágio ótimo, dei mais passos na minha graduação e comprei muita coisa que queria. Em 2018 vai ser um ano que gostaria de vivenciar mais experiências e conhecer pessoas que me façam me sentir mais em paz. 

Dança, praia, ônibus e bonecas

Este sonho foi marcado com várias cenas sem conexão e lapsos de tempo totalmente desconexos. Deveria ter escrito este relato mais cedo, muito dos elementos que vi não lembro mais. Vou começar pelo que consigo recordar, na primeira cena eu estava numa praia não muito bonita, parecia um lugar familiar, provavelmente já estive ali outras vezes. Estava perto de uma ponte, onde embaixo passava a água do mar, mas não era possível ver o mar pelo ângulo que estava, era uma espécie de brecha que entrava terra adentro onde a água do mar era mais calma, aquela parte parecia ser a mais suja e que parecia acumular lixo mais facilmente. 

Eu estava com um grupo de garotas, elas estavam muito empolgadas, mas estava sentindo falta de uma garota, e esta garota não estava nesse grupo. Fiquei olhando de um lado para o outro, mas ela não chegou. Não estava me sentindo muito conectado com as outras, todos nós sentíamos que era meio uma obrigação estar ali. Íamos gravar um clipe dançando alguma coisa. Não sei o que aconteceu depois.

Na outra cena estava em um ponto de ônibus, vi idosos entrando no micro-ônibus. Eles estavam vestidos de forma bem descontraída, com um visual bem praiano. Depois que todos estavam dentro desse micro-ônibus, fomos para uma espécie de terminal (lugar que parecia muito familiar em outros sonhos também). 

De repente estava em um lugar cheio de bonecas, parecia ser uma espécie de sala de bonecas, o lugar não era feio, só assustador. As bonecas estavam unidas pelos cabelos, foram feitas mega-tranças juntando os cabelos delas. Ver aquele cena me incomodou muito, eu fui pegando as bonecas que estavam unidas por aquelas tranças e desfazendo aquele trabalho. Elas não eram feias, pareciam bonecas caras e de luxo, deu para perceber pelas roupas que usavam, deu a impressão de ser materiais da melhor qualidade.

cabelo unido por trança - Dança, praia, ônibus e bonecas
Fonte: goo.gl/eAHk57

Sonho super-bizarro, ainda me surpreende, mesmo sonhando com várias coisas diferentes.

Sendo afogado e vendo conhecidos em uma floresta

Este foi um sonho bem lúcido, alguns elementos dos lugares aonde eu estava eu consigo lembrar bem. Primeiro eu estava em um caminho indo para uma praia. O dia estava bem ensolarado e era um lugar que parecia que eu já conhecia de outros tempos. Tinha umas montanhas no fundo, na base dessas montanhas tinha a estrada, entra a estrada e a faixa de areia tinha um gramado. 

A descida até a água era bem íngreme, tendo que fazer um pouco de esforço. Quando eu fui me molhar, veio uma onda muito forte. Todo mundo correu subindo os bancos de areia. Duas senhoras já de certa idade estavam tentando me impedir de subir, colocando objetos para eu não conseguir me segurar e ser afogado. Eu consegui sair dali e voltar para a estrada. Eu fui andando através daquele caminho. A cada passo o ambiente ficava mais escuro. Tinha uma mulher na minha frente, mas não sabia quem era, pois não conseguia visualizar o rosto dela. Segurei no ombro daquela mulher e fui acompanhando o seu trajeto. Vi que estávamos chegando em uma floresta. 

Depois que entramos na floresta, começou a aparecer uns raios de sol. Entre as árvores vi alguém conhecido, ele disse que não queria que ninguém o seguisse. Esta pessoa foi para um caminho e segui a mulher por outro. Depois fiquei de frente com ela, vi que era a minha mãe! Não com exatamente a mesma aparência, com uma aparência bem similar a atualidade. Eu prestei atenção nas suas palavras para me forçar a lembrar quando acordar, infelizmente não lembro o que ela falou. Só lembro que ela estava muito chateada, pois tinha visto o que eu tinha feito (no plano astral) e que não era para fazer aquilo. Me senti muito envergonhado, até acordei com um sentimento meio estranho, com aquele pensamento “O que estou fazendo da vida?”. 

Depois consegui visualizar dois rapazes entre eu e ela, eles pareciam da minha idade. Do lado da gente tinha uma casa abandonada, a casa era branca, mas a tinta já estava toda manchada pelo tempo. Um rapaz tocou a minha mão e disse como eu tinha uma textura diferente, que a minha energia estava muito fraca. Eu senti que meu corpo ali realmente estava muito frágil, consegui reconhecer uns pontos de fraqueza. Eu durante a semana pedi ajuda para meu(s) mentor(es) para poder me projetar. Consegui ter sinais aonde devo trabalhar. Tentei falar com aquelas pessoas que estavam ali, só que senti que a minha energia acabou, pois a tentativa de falar demandou muito esforço. Depois parece que “voltei” e acordei. 

Sou grato se foi alguém que me proporcionou esta experiência, pois pela primeira senti uma conexão de um aprendizado mais profundo durante o sono.