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Me preparando para morar novamente em república

O ano de 2016 teve muitos desafios, mas finalmente ele já passou. Agora em 2017 a vida me dá mais desafios. O salário mínimo aumentou, mas a renda da minha mãe e a minha estão estagnadas. As despesas vão ficar um pouco apertadas e é necessário economizar. 

Vou ter que morar com outras pessoas para poder economizar. Não vou ter condições de comprar uma máquina de lavar, é o único eletrodoméstico que estou sentindo muita falta. O pior de tudo que no prédio onde moro nem tem uma área de serviço descente, nem espaço para estender as roupas. Nem vai valer a pena comprar uma máquina para roupas, principalmente porquê pretendo ir embora de Vitória daqui uns anos, vai ser mais um bem perdido. Depois de usado, eletrodomésticos e móveis desvalorizam muito. Se eu consegui mudar quero ir para um lugar mobiliado, dessa forma me livro dos pertences que tenho agora e assim não vou ter mais essa preocupação mais para frente. 

Agora tenho muito mais tempo e vou fazer uma pesquisa mais minuciosa das pessoas com quem possivelmente posso conviver. Foi muito chato minhas experiências com convivência com estranhos, principalmente quando entra em temas relacionados a limpeza. Querendo ou não, pessoas mais parecidas conosco, são muito mais fáceis de conviver. No momento que estava na presença desses outros moradores, não estava sentido a sensação de estar em casa. É muito bom chegar em casa e ter aquele sentimento de alívio por estar no aconchego do lar. 

Outra coisa além da questão da lavagem das roupas, são os vizinhos que estão me incomodando muito. Em outro post falei de um vizinho que parece que no apartamento dele tem um laboratório especializado em maconha de tão forte que é o cheiro. A vizinha maluca que fica gritando com a criança não me agrada também, ela não parece ter uma índole muito boa. 

Espero que em 2017 eu aprenda a ser mais simpático e que tenha melhores relacionamentos. Quero pessoas drogadas bem longe de mim. Cada um faz o que quiser da vida, mas não me sinto a vontade perto de pessoas com certos vícios (principalmente se eles são intensos e incontroláveis). Cada um deve respeitar o dinheiro individual do outro. Não tenho problema com quem usa entorpecente, apenas não invada meu espaço e de outros que não gostam de tais produtos.