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Resenha da série The OA (sem spoiler)

the oa resenha sem spoiler Ramon Cristian - Resenha da série The OA (sem spoiler)

The OA é a história de uma mulher que desapareceu e reapareceu curada de um sentido que tinha perdido. O ocorrido chamou muita atenção da mídia, sua família tentava evitar a exposição dela quando finalmente ela estava em casa. Ao decorrer dos episódios é mostrado a sua história de infância, como que foi sua vida nesses anos que ficou desaparecida.  

A história não é muita clara, é necessário pensar e interpretar os fatos para chegar em uma conclusão. Acredito que os produtores da série queria deixar essa dúvida para uma provável (tomara que tenha) segunda temporada, desse modo as pistas deixadas na primeira temporada podem ser resolvidas. Tem a dúvida se tudo ocorreu mesmo ou se foram fatos inventados. 

The OA na minha opinião tem alguns elementos bem teatrais. É um série de mistério, mas que lembra demais em algumas cenas uma peça de teatro, os movimentos corporais dos atores me deram esta sensação também. Para quem é menos familiarizado com arte e está acostumado com série no estilo que passa na televisão, pode achar um pouco estranho.

Antes de assistir jurava que era algo sobre alienígenas e abduções, mas não tem nada haver com isso. É algo mais voltado para espiritualidade, questionamento o que é a vida, porquê nascemos e morremos, percepções, sentidos e assuntos voltados mais sobre a compreensão do papel de alguém no mundo. 

Sinceramente fiquei um pouco confuso, pesquisei em alguns sites opiniões e críticas sobre The OA para chegar em uma conclusão. Parece que a Netflix renovou a série, espero que o projeto vá para frente. Tenho a sensação que esta produção saiu do clichê e  sutilmente trouxe elementos para o audiovisual que não tinha visto antes. É muito interessante como a Netflix traz conteúdos com estilos novos e histórias que não estaria acessíveis em outros meios. 

Me preparando para morar novamente em república

O ano de 2016 teve muitos desafios, mas finalmente ele já passou. Agora em 2017 a vida me dá mais desafios. O salário mínimo aumentou, mas a renda da minha mãe e a minha estão estagnadas. As despesas vão ficar um pouco apertadas e é necessário economizar. 

Vou ter que morar com outras pessoas para poder economizar. Não vou ter condições de comprar uma máquina de lavar, é o único eletrodoméstico que estou sentindo muita falta. O pior de tudo que no prédio onde moro nem tem uma área de serviço descente, nem espaço para estender as roupas. Nem vai valer a pena comprar uma máquina para roupas, principalmente porquê pretendo ir embora de Vitória daqui uns anos, vai ser mais um bem perdido. Depois de usado, eletrodomésticos e móveis desvalorizam muito. Se eu consegui mudar quero ir para um lugar mobiliado, dessa forma me livro dos pertences que tenho agora e assim não vou ter mais essa preocupação mais para frente. 

Agora tenho muito mais tempo e vou fazer uma pesquisa mais minuciosa das pessoas com quem possivelmente posso conviver. Foi muito chato minhas experiências com convivência com estranhos, principalmente quando entra em temas relacionados a limpeza. Querendo ou não, pessoas mais parecidas conosco, são muito mais fáceis de conviver. No momento que estava na presença desses outros moradores, não estava sentido a sensação de estar em casa. É muito bom chegar em casa e ter aquele sentimento de alívio por estar no aconchego do lar. 

Outra coisa além da questão da lavagem das roupas, são os vizinhos que estão me incomodando muito. Em outro post falei de um vizinho que parece que no apartamento dele tem um laboratório especializado em maconha de tão forte que é o cheiro. A vizinha maluca que fica gritando com a criança não me agrada também, ela não parece ter uma índole muito boa. 

Espero que em 2017 eu aprenda a ser mais simpático e que tenha melhores relacionamentos. Quero pessoas drogadas bem longe de mim. Cada um faz o que quiser da vida, mas não me sinto a vontade perto de pessoas com certos vícios (principalmente se eles são intensos e incontroláveis). Cada um deve respeitar o dinheiro individual do outro. Não tenho problema com quem usa entorpecente, apenas não invada meu espaço e de outros que não gostam de tais produtos.