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Complexo de beleza

Quando criança eu não me enxergava feio e não tinha nenhum problema com aparência, mas isso começou a mudar depois que entrei na pré-adolescência. Não só as mulheres, mas os homens também sofrem pressão social por causa das aparências. Ouvia comentários maldosos falando se tivesse tais traços no rosto eu seria bonito, que meu nariz é estranho, minhas orelhas são muito grandes, sobre minha altura, que sou magro demais. Na época que tinha o cabelo maior, que homem não poderia ter o corte daquela maneira. Tem a pressão que você tem que fazer academia para ter o corpo aceitável. Atualmente tenho 18 anos, já falaram que é estranho eu ser tão novo e o cabelo começar a ficar mais ralo. Eu sinceramente já chorei, falei para a minha mãe por que não escolheu alguém mais bonito para eu ter nascido bonito (Antes que estranhem, não tenho um bom relacionamento com meu Pai). Esta questão de beleza que me atormenta se mesclou com os padrões coreanos. Eu vi um programa chamado Let me in. Este programa me deu um fio de esperança ao ver aqueles resultados fantásticos de cirurgias plásticas.

Comecei a colocar na minha mente que precisava daquilo. Por que o nariz afilado, pele branca e os fios loiros é algo bonito? Por que o nariz negroide, pele negra, cabelo crespo não é bonito para a sociedade?

Entrei em grupos de cirurgias plásticas e alimentei mais este sonho de ser aquilo que nunca fui. Ser visto como alguém belo em que as pessoas olhassem para mim com olhos mais amáveis e agradáveis, sei que é tudo falsidade, mas quem não quer se sentir bem perante os demais? Muita gente critica os famosos que se submetem a plásticas. Sabe por que eles fazem isso? Porque serão mais criticados por ter o nariz considerado grande demais, por ser velho demais ou por ter os seios pequenos. Pessoas como eu que recebem enxurradas de críticas ficam abaladas. Tem gente que entra em depressão, se joga no exibicionismo ou não suportam tanta pressão e fazem coisas extremas que podem levar até a morte. Tenho outras prioridades da minha vida, como estudar e ter profissão. Mas este desejo de mudar ficou tão arraigado em mim, que acredito que fica difícil de cortar. Criei barreiras mentais muito fortes, fico pensando se eu tiver filho se ele vai nascer mais bonito para ter uma vida mais tranquila. Não tenho nenhum orgulho em expressar isso, mas me imagino branco, cabelo liso, alto, bonito, dentes alinhados e nariz afilado. Como será que os outros iriam me tratar? Também me tornei espelho dessa sociedade opressora, querendo descendentes com estas características mencionadas. Depois que tiver uma condição financeira melhor pretendo fazer otoplastia, rinoplastia , talvez refazer o maxilar, tomar anti-hormonal para ver se recupera o cabelo e clarear de pele. Tomara que daqui alguns anos estes pensamentos mudam, se não, não quero viver assim e morrer com esta angústia que eu sou um nada perante o grupo social que estamos inseridos. Infelizmente minha razão não consegue ser mais forte que as influências que me bombardearam até aqui. Por favor, não espalhe seu ódio para deixar as pessoas doentes. Se você tem elogios para dar, que bom, isso vai alegrar muitos corações. A negatividade guarde para você mesmo, ajuda quebrar este ciclo de pessoa sem auto-estima. Não crie mais gerações que não são confidentes com sua aparência.

Pode parecer confuso e turbulento este texto, mas é isso mesmo. Sou um ser confuso buscando um lugar no mundo.

Como parei no “Mundo Asiático”

asia Ramon Cristian - Como parei no “Mundo Asiático”

Sou uma pessoa mais sozinha e mais na minha. Não me identifico com colegas que passaram na minha vida ao longo dos anos, pois os assuntos era futebol, games de futebol, partidas de futebol, o que passava na televisão, funk, bailes e todas essas coisas que grande parte dos brasileiros gostam e você deve saber. Resumindo, não tinha assunto com quase ninguém, suas características não me interessavam. Os mais nerds eram focados mais em tecnologia, mas aquele estilo fanboy, acho muita idiotice a pessoa ser “escrava” de uma marca, isso que as empresas querem, lealdade total dos seus seguidores. Quando tinha dez anos, ganhei um celular e minha mãe tinha comprado um computador e eu estava descobrindo a internet, algo que antes só ficava no desejo. Lembro que comecei a pesquisar muito sobre Pokémon, na época era meu desenho favorito, entrei nestes sites de animes e seguia dezenas de canais do desenho no Blogspot. Realmente gastei muito tempo da minha vida nesses sites. Fiquei encantando com as aberturas originais do anime, algo que então eu desconhecia. Nunca tinha visto nada em japonês na minha vida antes. Ne surpreendi com o tempo de duração dos openings, pois as versões em pt-br são bem curtos, os japoneses normalmente são a metade de uma música. A partir dessa época comecei a aprender a cantar as openings de Pokémon para a infelicidade da minha família que acha música japonesa irritante. Poderia ter aproveitado este momento da minha vida para aprender japonês, se pudesse voltar ao tempo me dedicaria a isso. Depois descobri que poderia baixar animes, e assim conheci outros gêneros. Na minha adolescência tive muita treta com minha mãe, pois ela falava que aquilo não era de Deus. Eu falava que gostava daquela cultura e não ia me sujeitar a escutar músicas ou assistir o que a sociedade a minha volta gostasse. Comecei a dizer que meu sonho é morar na Ásia, mas os outros achava que era loucura e me achava diferente. Em uma sociedade eurocêntrica e norte-americanizada, falar que prefere ir a outro lugar diferente do gosto deles é visto como algo estranho. Com o computador com a sonhada internet, comecei a baixar vários animes. Como presente de aniversário, minha mãe me deu um celular da Samsung que deslizava, fiquei muito feliz pelo presente, ela se esforçou muito dar aquilo para mim. Na época aquele modelo era perfeito para mim. Como ficava sozinho na escola queria de alguma maneira ocupar meu tempo nos intervalos. Então tinha que arrumar um jeito de colocar meus animes naquele celular. Aí conheci o programa Format Factory que era meu diamante naqueles tempos, pois colocava os vídeos no aparelho que eu quisesse no formato que quisesse. Através dos animes conheci música japonesa, escutava muito j-rock, mas não sabia quem era os cantores. Achei bem interessante o estilo Kei dos artistas. Muitos anos depois nos sites de animes, mangás e etc, começou a ter uma seção chamada Doramas, que são minisséries asiáticas. Tive curiosidade e fui assisti, a partir daí comecei a ver mais doramas que animes. Descobri que não só tinha doramas japoneses, como tinha os coreanos. Acredito que fui uma das primeiras pessoas do Brasil a ver doramas coreanos ( ^-^ ). Os enredos das histórias coreanas são bem mais elaborados e a filmagem é melhor, só que me dava raiva que a maioria dos finais eram inconclusivos, diferente dos japoneses que mesmo sendo mais simples tem uma história com um final descente pelo menos. Um bom exemplo para ilustrar isso é Boys Over Flowers, se você viu a versão coreana, veja a japonesa para alguns pedaços da história se encaixarem melhor. Eu sei que tem muita gente que fica iludida com a Coreia por causa dos doramas, pois todo mundo parece tão perfeito. Gente, a vida real não é assim não, não pensa que todos os atores são amáveis como na frente da telinha. Por causa dessas minisséries eu comecei a descobrir a música coreana. Nem sabia o que era k-pop, as músicas que curtia nem k-pop era.

Uma das primeiras musicas que escutei e gostei

Soube o que era k-pop depois que vi Dream High, então já comecei a gostar das músicas ciente do que estava atrás daquilo. Outra coisa que as pessoas acham maravilhosa, que os cantores são perfeitos, em Dream High você tem um lastro do que a indústria de entretenimento da Coreia, mas o buraco é mais embaixo, pesquise sobre o assunto. A primeira música do gênero que escutei foi Monster de Big Bang.

Lembro que quando escutei Fantastic baby pela primeira vez, não consegui ouvir por dez segundos, depois comecei a gostar. Parece (ou é) um tipo de técnicas sonográficas para a pessoa viciar.

Ainda gosto de k-pop, mas se você pegar a maioria das letras, vai ver que muitas são bem vagas, parece que foi feita a pressas. Já a música japonesa se você ver a tradução, são letras mais densas e profundas, tipo “Tive um sonho que ninguém terá e joguei fora tudo aquilo que não precisava” ou pega a letra Unravel de Tokyo Ghoul.

Por algum motivo gosto de 2ne1, as músicas do grupo saem daquele clichê “Sou um inocente que está amando” e/ou “Totalmente perfeito”.

2ne1 RamonCristian - Como parei no “Mundo Asiático”

Pesquisando por estas músicas no Youtube, descobri a KBS, que é um canal de televisão da Coreia. É muito interessante a TV deles, conheci outras faces do país e o conteúdo é muito mais leve e divertido do que os programas da televisão brasileira.

kbs korea Ramon Cristian - Como parei no “Mundo Asiático”

Eu assistia The return of Superman, onde as mães saem e os pais tem que cuidar dos filhos, é um programa bem interessante para aprender mais sobre a cultura do país.

Beauty Bible, este programa é para quem gosta de moda e beleza.

Hello Conseulor (Meu preferido), tipo casos de família, só que mais descente, onde a plateia vota no caso que eles acham o mais problemático.

Happy Together, uma conversa em uma sauna com cantores, atores, esportistas e famosos em geral.

I am a man, para quem quiser saber mais sobre como os coreanos tratam de certos assuntos.

Agora estou adulto e disse para mim mesmo, tenho que tomar vergonha e estudar um idioma pesadamente, escolhi mandarim, estes novos gostos asiáticos são mais recentes e deixo para um texto vindouro.

O último tópico que queria falar é sobre este “boom” no Brasil de pessoas interessadas em Coreia e Japão. Agora com Facebook consegui conhecer várias pessoas que tem gostos parecidos com o meu que nem imaginava que era tão expressiva. Uma pena que a maioria dos otakus, otomes, ulzzangs, geeks vivem muito concentrados em São Paulo ou grandes capitais. Aqui em Vitória-ES tem evento de animes, mudei para cá recentemente, mas fico feliz em saber que posso em alguma feira de anime e não ser o “et” do interior.

Quero saber de você, como você conheceu este mundo de animes, doramas, mangás, games, k-pop, j-rock e todos estes estilos asiáticos. É sempre bom saber a experiência de outras pessoas. Então é isso gente, até mais.

 

Porque escolhi o curso de economia – Será que vale a pena?

Vou fazer esta análise baseada na minha experiência e isso pode não corresponder a uma verdade absoluta.

Durante o ensino médio tinha muita dúvida do curso que eu ia escolher como grande parte das pessoas. Sabia que não queria a área de saúde, pois odeio hospital, cheiro de hospital, sangue e etc. Então já descartei os cursos universitários que seguem esta linha. Sou péssimo em exatas, nunca me imaginei estudando cálculo pesado, então não optei por cursos de exatas. Outra coisa que não me identifico muito é lecionar, pois tenho problema de comunicação verbal, perto de outras pessoas eu falo muito errado e minha fonética não é uma das melhores. Com o tempo fui afunilando as opções de graduação que eu poderia fazer. Desde criança me interesso por culturas diversas, meu sonho é morar fora do Brasil e ter uma condição de vida melhor. Muitas pessoas falaram para eu colocar o pé no chão e não viver de ilusões. Mas eu não sigo e nem ligo para opiniões limitantes e de pessoas que não conseguem o sucesso e tentam impedir o sucesso dos outros. Acredito que cada um tem o poder de direcionar a própria vida e tem o poder te atrair o que deseja. Gosto de idiomas (mesmo não falando nenhuma língua estrangeira fluente), então tentei focar minha carreira a partir daí. Pensei em turismo, comércio exterior e relações internacionais. Também gosto muito de gestão, as opções através disso foi administração, finanças e economia. Outra coisa que sou apaixonado é por publicidade, pesquisei por audiovisual, marketing e afins. Turismo já desisti, pois vi que não era muito o meu perfil e os salários também não me atraíram muito. Li muitos fóruns e alunos de comércio exterior e relações internacionais disseram que tinham dificuldade em encontrar emprego, pois as empresas preferem quem é formado em direito, não sei como que é o mercado ao certo desses cursos, mas fiquei com medo e desanimado, mais para frente quem sabe tento me arriscar mais para este lado. As áreas de publicidade me interessam muito, mas o mercado é incerto e não tenho aquela popularidade para arriscar a trabalhar com vídeos, fotos, ensaios e propagandas no começo de carreira, por isso estou fazendo isso de forma amadora para adquirir experiência prática primeiro. Bom, vamos as minhas últimas opções que foram: ciências econômicas e finanças. Administração já descartei de primeira mão, porque queria algo diferente, não gosto de fazer as coisas que todo mundo faz. Nada contra os administradores, apenas queria algo mais “exótico”.

Minha família não tem condição financeira boa para pagar uma universidade. A minha opção era a universidade pública. Nas federais, se não me engano, só tinha uma opção de graduação em finanças e era bem longe de onde eu morava. A opção que me restava foi economia. Vi vídeos e relatos sobre a profissão e gostei muito. Claro que tem aquelas pessoas negativas que falam que foi a pior decisão da vida delas fazer economia, pois não tinha emprego e que o curso é muito teórico e pouco prático. Sinceramente visei muito o lado financeiro, pesquisando na internet, vi que tem empresas que pagam muito bem aos profissionais formados em economia. Foi um choque do que lia dos comentários negativos e sobre as oportunidades que visualizei. Então fiz o vestibular da UFES e o ENEM. Primeiro saiu o resultado do ENEM, eu tinha passado na UFU (a universidade federal de Uberlândia), depois saiu o resultado da UFES, para a minha surpresa eu tinha passado, fui muito mal em algumas questões do vestibular, mas consegui nota.

Nos primeiros dias de aula teve apresentação de ex-alunos bem-sucedidos (acho que eles queriam nos impressionar, acho não, tenho certeza). Um que já era rico e ficou mais rico ainda. Outro pobre que depois conseguiu fazer carreira. Teve uma conversa com os professores nesses primeiros momentos. O centro acadêmico fez uma dinâmica, separou a sala em três grupos, alguns seriam os pobres, outros a classe média e outros ricos. Eu fui da classe baixa, e a veterana perguntou porque existiam pessoas pobres, aí eu falei que parte da pobreza era ocasionada por pessoas que têm filhos sem condições. Teve gente que ficou p*to comigo (alguns devem estar até hoje). Depois ela perguntou se pobre não pode ter filhos, falei que a pessoa tem que focar na carreira e estudo primeiro. Depois descobri que maior parte das federais no Brasil o cunho ideológico é mais de esquerda, eles devem ter pensando que eu era de extrema-direita ou algo do tipo.

Vamos para a parte principal, contei como cheguei até a minha escolha. Agora vou falar um pouco sobre o curso para quem estiver interessado. Talvez outros alunos que fazem Economia podem ter outra opinião. Economia é um curso em que o aluno tem que aprender a dominar vários assuntos como sociologia, política, legislação, área de exatas e história. Então se você não gostar de um aspecto, vai ter outro que vai te animar. Eu disse que não gostava de exatas, mas eu imaginei “Ah é um curso de economia, deve ter mais matemática financeira e não aquelas fórmulas complicadas.” Me ferrei bonitamente, dependendo da faculdade tem matérias que são iguais ou bem parecidas com o conteúdo de engenharia. Me vi em um desafio, será que vou conseguir? Estava desesperado e desesperei todo mundo. Minha primeira professora da área de exatas era uma russa que mal falava português, mas o lado positivo é que ela passava o conteúdo igual ao do livro, então dava para se virar. Esqueci de falar para vocês o que um economista faz, um economista é o profissional que gerencia os modos de produção, pois temos uma quantidade de recursos escassos pelo planeta e pelo pensamento mais tradicional, a utilidade desse produto precisa ser maximizada. A água por exemplo não era considerado um bem econômico, pois era só retirar da natureza e pronto, mas ela está se tornando um bem econômico, pois cada vez mais ela precisa de um processo industrial e químico para ser utilizada. O lado positivo é que um economista pode trabalhar na indústria, varejo, sistema financeiro, área acadêmica e/ou pode focar em empreendedorismo. Voltando o assunto sobre as matérias, eu ainda tenho muita dificuldade na área de exatas, reprovei em Matemática B (Parecido com Cálculo II, só um pouco mais simplificado), mas agora não vejo algo impossível de aprender, aos poucos vou ultrapassando minhas dificuldades. Na parte mais de humanas tem que ler muito, não é pegar um textinho e ler. Alguns livros são enormes e precisam de habilidade avançada em interpretação, é mais raro, mas conheço pessoas que reprovaram por não conseguirem interpretar os textos. Se a pessoa é preguiçosa para ler, vai ser obrigado a não ser mais.

Resumindo: Tem que ser bom em exatas e em humanas ao mesmo tempo!

Uma dúvida muito comum é sobre o mercado de trabalho. Como qualquer área no mercado de trabalho é bastante competitiva, economia não é diferente. Uma vez ouvi a seguinte frase “Enquanto uns choram, outros vendem os lenços.” Não é só a graduação que vai te dar a formação necessária para ter uma boa locação. Tem gente que empurra com a barriga e acha que quando formar já vai ter um mega emprego. Seja esperto, dentro da universidade já vai começando a fazer contatos, até eu que sou péssimo para fazer amizades já dei alguns passos. Entra em uma ONG, grupos de pesquisa, conjuntura e coisas do tipo, assim você sai da universidade com experiência. Como qualquer outra profissão:

Tem que saber idiomas estrangeiros!

Hoje em dia é obrigatório você estudar outra língua, os maiores salários exigem que você saiba pelo menos inglês ou espanhol. Na minha visão o idioma mais importante para a economia é o inglês, até porquê a Inglaterra foi o berço da ciência. Isso agrega ao fato que grandes economias desenvolvidas usam o inglês como língua materna ou secundária. Há vários autores na França e Alemanha. Para quem é mais de esquerda é interessante saber alemão, russo e mandarim para ter conhecimentos mais sólidos. Aos reclamões, se o indivíduo não participar de nada dentro da faculdade/universidade e não sabe nem o mais básico de outro idioma, aí fica difícil.

Outra habilidade que indico é informática, como a pessoa quer ser economista se não sabe fazer um infográfico, uma planilha no Excel ou puxar dados direto da fonte? Os mais velhos até entendo que tenham mais dificuldades (tem professor que nem sabe ligar o projetor), quanto mais para o futuro e menos a pessoa saber lidar com tecnologia, mais difícil para ela vai ser acompanhar o mercado.

Para finalizar. Para quem eu recomendo e não recomendo o curso.

Recomendado: Para quem quer sair da zona de conforto e se desafiar a aprender vários assuntos diferentes. Alguém que quer entender mais como o mundo funciona a partir da intervenção humana sobre seu espaço. Curiosos que querem saber como sociedades se organizam. Entender certos padrões humanos. Se surpreender com teorias que deixam de ser validadas através de certa circunstância.

Não recomendado: Para quem não se interessa por um lado mais social, pois o foco é a sociedade ou parte dela. Pessoas que tem a carga horária muito puxada, se você fizer em uma instituição boa, tenho certeza que não vai ter como estagiar/trabalhar por um tempo, a menos que tenha uma habilidade incrível de aprender muito rápido as fórmulas complicadas e textos gigantescos. Pessoas que tem 101% de convicção que não conseguem estudar exatas, mas acho complicado, se o ensino médio foi terminado, alguma coisa foi aprendida.

O texto ficou grande, mas queria passar esta experiência. Qualquer dúvida é só perguntar.

Guias sobre o curso:

Guia do Estudante: guiadoestudante.abril.com.br

IG: ultimosegundo.ig.com.br

Até os próximos diários.