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Resenha notebook 2 em 1 pavilion x360 11-n226br

Estou com este notebook há uns 6 meses e vou dar a minha opinião como usuário comum. Não sou especialista de informática, então não tem como eu dar dados técnicos. 

A hora de comprar um eletrônico mais caro, como uma celular ou computador, é uma decisão que deve ser tomada com cuidado para depois não se arrepender. Eu tinha um notebook da Positivo que simplesmente parou de funcionar. Não poderia ficar sem um eletrônico. Pois como é impossível eu pegar todos os livros que necessito, tenho que ler por PDF. 

Para eu chegar até o Pavilion levei em consideração duas coisas que achei principal: leveza e duração da bateria. 

O modelo tem 4gb de ram e 500gb de armanezamento. Para mim o computador é ótimo pela faixa de preço dele, na época paguei R$1600, entrei no site da empresa hoje é o mesmo está sendo vendido por R$1400. 

A bateria no wifi dura por volta de quatro horas, acredito que poderia ser um pouco mais. Desligando o wireless dura por volta de seis a oito horas. O sinal dele é um pouco fraco, então não tem como ficar muito distante do modem. Uma característica positiva é que ele tem bluetooth, isso já me ajudou quando tive que transferir um arquivo por emergência. 

O modelo que eu comprei é com Intel Celeron Core e de 11,6 polegadas. Raramente uso ele na forma de tablet, é mais quando apoio no notebook no meu colo. Infelizmente não tem como jogar algumas coisas, pois a teclado é bem como compacto e as setas são bem pequenas. É legal um pc com touchscreen, sinto um dinamismo maior na hora de fazer tarefas. 

Pelo menos para mim, ele funciona um programa pesado por vez, por exemplo, quando uso o Sony Vegas, não tem abrir o Photoshop. Se uso o Corel Draw, não tem usar outro programa do tipo. Se você quiser um computador que execute mais tarefas do tipo, não recomendo este modelo. Os 4gb de ram alivia meu estresse, odeio computador travando. Ele dá pequenas travadas, mas nada comparado o meu computador antigo da Positivo. 

As pessoas falaram muito da cor do notebook da HP, falando que era diferente e muito bonito. Este vermelho chamou muita atenção.

Resenha do filme Capitão América Guerra Civil

Eu nunca fui fã de filme de super-heróis. As histórias para mim já estão cansativas. Mas fui ver Capitão América Guerra Civil para acompanhar meus amigos. O ingresso para estudante estava R$4,00 e dava para ir. Pegamos o ônibus e chegamos minutos atrasados, pois teve engarrafamento. A próxima seção ia começar em uma hora e meia, então fomos comer.

Como havia muito tempo que não via nenhum filme no gênero, estava curioso para ver como que estava sendo a evolução de roteiro. O ponto positivo dos filmes de Hollywood é que a sonoplastia é muito bem feita, isso faz com que te passe bastante emoção. Mas a receita para a fórmula é a mesma. Sempre tem maniqueísmo, mostram sempre a Rússia como um lugar negativo (mas agora vejo que eles estão mais sutis), Estados Unidos como lugar de poderosos (representado pelos personagens), a quase perfeição (antes era perfeição total) e criam desejos nas pessoas para continuar assistindo (toda mídia faz isso, mas as produtoras famosas sabem intensificar este processo). Outra mudança importante que vi, é que tem mais pessoas negras nos filmes, antes era muito mais difícil ver isso. Intuitivamente vejo que está tendo uma inclusão maior, mas mesmo assim ainda dá muito destaque aos homens caucasianos. Eles (diretores e produtores) estão explorando outros territórios geográficos, acredito que seja para os fãs se identificarem mais com a história. Acho estranho a cronologia temporal, pegaram personagens com perfis totalmente diferentes, que combatem vilões totalmente diferentes e os colocaram dentro de um mesmo espaço. O ponto chave de nunca ter gostado desses filmes são os efeitos de vídeo nada realistas, o próprio filma zoa isso. Eu fiquei: Como assim este escudo do Capitão América ora bate na parede e volta e ora prende nos lugares? É engraçado como os vilões atacam um por um. Se realmente fosse para matar alguém, juntavam um número grande de pessoas para executar o assassinato.

Tomara que eu não tenha ofendido ninguém com minha análise.