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O que achei de O Príncipe e Escritos Políticos de Nicolau Maquiavel

Estas obras de Maquiavel é uma ótima referência para saber como era o pensamento do que abrange a questão política de sua época. Nos meus olhos, alguém que vive na década 10 do século XXI é esquisito o modo de vida do século XVI. O governo era muito ligado as tradições familiares, tudo parecia muito incerto. O governante sempre tinha que ficar muito atento, traições poderiam vir até mesmo da própria família. Lendo estes livros me deu a impressão que a morte na época era mais banalizada, como se as pessoas tivessem menos compaixão aos falecidos. 

Eu resumo o trabalho de Maquiavel em jogos de guerra. Parece que a vida se resumia a isso, havia a preocupação de ataques de inimigos, qual seria a melhor forma de atacar, qual seria a melhor forma de se defender, se tivesse um ataque surpresa o que poderia ser feito e etc. 

Maquiavel era bastante estudado e tinha muita convicção em suas palavras, mas parece que com o tempo ele foi vendo que não tinha tanto poder, as suas palavras estavam em um tom de piedade. 

Ele tinha um sentido muito aguçado no que se refere a imagem pública. Nos livros é possível perceber como ele já percebia as contradições entre política, cultura e religião e aconselhava os governantes a como lidar com isso. Maquiavel enxergava fora da caixa e via a sociedade em um sentido mais macro. Na minha opinião o ponto-chave que Maquiavel quis passar foi: como dosar. Ele explica qual a dose de regalias que se pode dá aos aliados e ao povo. A dose de opressão, se for demais tem um efeito negativo, mas se for de menos, também tem um efeito negativo na estabilidade desse governante. Ele diz que o príncipe deve ser respeitado e temido, fazer isso sem ser odiado, aí que está a grande complicação. Manejar um governo nessa sociedade devia ser uma pressão enorme (ou não), parte da humanidade respirava guerra, estando totalmente em estado bélico. 

Resenha Botas da Kanui depois de um mês de uso

Recebi minhas botas da Kanui na metade de junho, a entrega demorou por volta de uma semana. O entregador não achou o meu endereço, ele me ligou e apareci no portão, me entregou a encomenda, assinei um aviso de recebido. Subi para o apartamento e abri as encomendas. 

Um modelo comprei 40 e outro 41. O 41 ficou grande em mim. Foi meio difícil esta decisão entre 40 e 41, pois tem certos calçados número 40 que ficam apertados nos meus pés.  Este modelo preto é o Mr Kitsch Singapura 502 (comprei numeração 41) e o azul é o Zoo York Track C0461 (numeração 40).

resenha botas kanui - Resenha Botas da Kanui depois de um mês de uso

O Mr. Kitsch tem uma qualidade melhor, mas estas botas são muito quentes, saí com elas uma vez, meus pés pareciam que estavam soltando brasa. As botas azuis são as que uso no dia a dia. O Zoo York ficou apertado nas laterais dos primeiros dias, depois alargou e não sinto mais desconforto. Posso avaliar as botas da Zoo York, a outra por ser muito quente só usei umas três vezes, quando for num lugar frio vou lembrar delas. Para usar as botas azuis tive que comprar meias grossas de cano longo, pois as laterais ficavam machucando os meus pés, uma vez estava em pé dentro do ônibus por quase duas horas, pois teve engarrafamento, quando fui ver, as botas tinha “arrancando” minha pele. Depois que troquei de meias não senti mais nada incomodando.

Paguei R$199,90 nas duas, um valor razoável. Espero que durem pelo menos um ano, pela qualidade acho difícil durarem mais que isso. Depois de um mês e alguns dias, esta é a situação das botas.

resenhas botas kanui - Resenha Botas da Kanui depois de um mês de uso

Dá para ver que desgaste da Zoo York está bem grande para um mês de uso. Ainda não sei muito bem comprar roupa e calçados, não me importaria de pagar mais caro se soubesse que teria uma peça de vestuário por muito tempo sem precisar ficar renovando o guarda-roupa de tempos em tempos. 

Atualização – Setembro de 2017

Infelizmente a bota azul rachou na frente. Não tem como mais sair com ela para ir para a universidade e trabalho, pois sinto que o calçado pode abrir a qualquer momento. Muito triste com a compra. Senti que peguei meu dinheiro e joguei no lixo.

Resenha perfume Hinode nº14, Inspiração do Lady Million

Uma pessoa que mora comigo está vendendo Hinode, ele insistiu para comprar o último produto que faltava para acabar o estoque dele. Acabei cedendo e comprei. A embalagem é bem simples, a colagem do adesivo no vidro não uma das melhores qualidades. 

Eu senti que o perfume era doce, fui pesquisar qual fragrância a marca quis imitar, descobri que era um contratipo tendo como cheiro base o Lady Million. Sabia que tinha alguma coisa errada, nunca que isso seria um perfume masculino, mas né, já foi comprado. 

Pela embalagem está destruída e pelo fato do vendedor querer acabar com o estoque, comprei este perfume por R$70,00, vi que tem alguns vendedores que estão comercializando este perfume por R$120,00 no Mercado Livre, não acho que vale a pena pagar R$120,00 um perfume desse. Um original deve estar o dobro do preço, mas uma borrifada, dá para ficar com o cheiro do perfume o dia todo. Achei a fixação desse perfume da Hinode bem fraca, fica no máximo umas 3~4 horas no corpo, depois não consigo sentir mais nada. 

Provavelmente vai vir algum representante da marca falar que estou errado e que este é o melhor produto do mundo. Esta é a minha opinião, talvez outras pessoas gostam da qualidade da Hinode e se sentem satisfeitas. Não recomendo nem pelo fato de ser contratipo, mas acho que pela propaganda feita (e pelo preço), deveria-se zelar em requisitos como embalagem e duração do produto na pele. 

Observação: A minha pele é oleosa, não sei como ficaria a questão de fixação para outros tipos de pele. Normalmente borrifo atrás da orelha e no pulso. 

Composição: Alcohol, Aqua, Triclosan, PEG-8, Propylene Glycol, Parfum, Alpha-Isomethyl Ionone, Amyl Cinnamal, Benzyl Alcohol, Benzyl Benzoate, Benzyl Salicylate, Butylphenyl Mehtylpropional, Cinnamyl Alcohol, Citral, Citronellol, Eugenol, Geraniol, Hexyl Cinnamal, Hydroxycitronellal, Hydroxyisohexyl 3-Cyclohexene Carboxaldehyde, Limonene e Linalool. 

Resenha de Ajin Demi-Human – Segunda temporada

A segunda temporada do anime tem mais ação e mistérios. Neste etapa da série o governo japonês está fazendo de tudo para derrubar Sato, mas ele tem o plano de contra-ataque para derrubar o governo. Yu Tosaki tem a missão de proteger políticos importantes, sua motivação é poder fazer isso para pagar o tratamento de sua esposa que está internada em coma. 

O maior inimigo de Sato é o Kei Nagai, pois o garoto consegue fazer ótimos planos para poder conseguir chegar até o Sato e sua equipe. Mas acontece que, durante o anime acontece coisas inesperadas que faz com que os planos de Kei não sejam concretizados com sucesso. Kei e o Ko Nakano passam por um treinamento para conseguirem enfrentar os desafios que estavam por vir. 

Na segunda temporada fala um pouco da história da Ajin Izumo e mostra porque ela trabalhava para o Yu Tosaki. Ao decorrer do anime é mostrado que há outra pessoa em uma situação muito parecida com a dela. 

O terrorismo de Sato chega a certo ponto, que há interferência do governo de outro país. A situação do Japão fica tão perigosa que familiares dos Ajins começam a correr perigo. 

No final o Ajin Sato faz algo que indica que haverá uma terceira temporada.