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Descobrindo tipo sanguíneo (Rh negativo), família reptiliana e fenômenos

Aconteceram várias coisas loucas nos últimos dias. Aos 20 anos que que fui descobrir o meu tipo sanguíneo! A minha mãe tem o sangue O positivo e ela diz que o meu pai também, então sempre acreditei que o meu sangue fosse o mesmo que os dois. Descobri que o meu sangue é O, mas o Rh é negativo. Fui pesquisar mais sobre o Rh negativo. O Rh está ligado ao macaco Rhesus, quem tem Rh negativo, não tem esta proteína desse ancestral no sangue.

Em alguns sites na internet falam que as pessoas de Rh negativo possuem as seguintes características

Informações do Site Tonocosmos:

QI mais alto: Normalmente as pessoas quando olham para mim falam que pareço inteligente, minha inteligência não é extraordinária, só acredito que as pessoas se esforçam pouco nos estudos e quando veem alguém que se esforça um pouco mais a veem como referência de inteligência. Desde criança tenho um sentimento que a maioria das pessoas devem ser eliminadas do planeta, não sei o porquê desse pensamento, sou conhecido por causa disso (uma espécie de neo-Malthusiano), estou tentando mudar essa imagem. Também tenho muita ambição em estar no topo da pirâmide.

Visão sensitiva: Tenho a visão bem sensível, não consigo ficar em lugares muito ensolarados, muitas vezes já “chorei” ao sair no sol. Tinha que avisar que não estava triste, apenas que meus olhos estavam ardendo por causa do sol. Minha pele queima fácil também, mesmo tendo a pele num tom mais escuro, sinto que ela irrita se eu ficar muito tempo no sol, quando era criança adorava ir à praia, com o passar dos anos não consigo suportar ficar com a pele exposta a luz solar.

Baixa temperatura no corpo: Quando mais novo, tocava mais frequentemente nas pessoas, elas sempre reclamavam como eu era frio! Com o tempo comecei evitar toques, principalmente por causa das reclamações. Ficava triste por afastarem de mim por não ser “quente”. Hoje não sinto que sou tão frio assim, talvez porque ninguém mais fica fazendo comentários do tipo e evito contato pele a pele com outras pessoas.

Alta pressão arterial: Para mim é o contrário, sinto que a minha pressão é baixa, meu coração bate tão lento (provavelmente bate normal, mas tenho esta impressão) que parece que vai parar.

Não ser clonado: Eu sempre pensei na possibilidade de ser clonado (criança estranha) ou de ter um androide. Será que tem relação?

Informações do site Thot3126:

  • Um sentimento de não pertencer à Terra: Algo que sempre tive, também acho muito estranho ser membro da família que estou inserido.
  • Pesquisadores e buscadores da verdade: Também tenho esta característica.
  • Sentido de ter uma “Missão” na vida (despertar para reconhecer sua própria divindade interior): OK.
  • Empatia e Compaixão pela Humanidade: Ao contrário, tenho um sentimento de querer “fugir” da Terra.
  • “SABEM” que não somos os únicos no Universo: OK.
  • Uma costela ou vértebra extra: Não sei, teria que tirar um raio-x.
  • IQ superior ao médio: OK, pelo menos do QI médio brasileiro.
  • Capacidade ESP: Não sabia o que era hahaha, pesquisei no Google, ESP é a sigla em inglês para percepção extra-sensorial, se intuição encaixa, então eu tenho. 
  • Amor a pesquisa e exploração espacial e às ciências: OK
  • Visão mais sensível e sentidos mais aguçados: Sim de certo modo.
  • Aumento das habilidades psíquicas/intuitivas: OK, algumas pessoas tinha medo de mim no ensino médio, um prato de vidro do meu almoço de repente virou cacos em cima da mesa, aquilo foi uma experiência bem estranha.
  • Não pode ser clonado: Esta possibilidade estava na minha cabeça desde cedo, pensava comigo mesmo se queria ter um clone.
  • Temperatura inferior do corpo: OK
  • Pressão sanguínea mais alta (alguns dizem que são menores): Acredito que no meu caso é menor.
  • Predominância de olhos verdes ou aveludados que mudam de cor: Tenho olhos bem escuros, mas tenho gene recessivo para olhos aveludados.
  • Cabelos vermelhos ou de cor avermelhada: Tenho cabelo escuros.
  • Maior sensibilidade ao calor e à luz do sol: OK
  • Cicatrizes inexplicadas: Quero falar mais sobre isso detalhadamente.
  • Olhos muito penetrantes: Se eu treinar, isso vai ser fácil.
  • Tendem a ser curadores: Não sei.
  • Doenças empáticas: Pelo que eu entendi do Google é algo relacionado a absorver a energia do outro, se for isso, sim eu absorvo muita energia, então prefiro me afastar de notícias ruins, quero aprender a me afastar de pessoas com energia mais carregada.
  • Capacidade de interromper dispositivos elétricos: Nunca interrompi dispositivos elétricos, mas teve uma época que insetos morriam quando chegavam perto de mim, por exemplo, uma abelha saudável e tranquila quando chegava perto de mim, morria de repente. 
  • Candidato para abduções alienígenas: Preciso contar algo estranho que aconteceu comigo
  • Experimentação de fenômenos inexplicáveis: OK.

Será que tenho DNA reptiliano?

Eu sempre achei a minha família bem estranha, principalmente por parte de pai. Desde pequeno tinha noção que não eram pessoas normais, eram humanos fora do padrão. A família do meu pai é formado por caçadores, ele comeu uma variedade de espécies de bichos, para eles é normal o hábito de caçar e comer estes animais. Eles têm o instinto predador muito aguçado. Outra coisa que me chama atenção é a frieza, sinto que não somos uma família de verdade, cada um busca seus próprios interesses, nem que para isso tenha que prejudicar um membro da própria família! Para eles pouco importam como o outro está ou do que está precisando. Se fossem pessoas em casos isolados não acharia estranho, mas todos que conheci eram assim! Eles não têm nenhum sentimento de remorso ou culpa, mentem e subornam sem se arrependerem. A minha mãe nunca foi “fria” de verdade, ela usa uma máscara como tentativa de se defender no mundo, mas por ser minha mãe e ter convivido muito com ela, sei que ela é sensível e frágil, mas tenta esconder isso a todo o custo. Ela me deu uma educação “fria” e eu acabei replicando alguns padrões familiares. A minha avó por parte de mãe é outra peça desse quebra-cabeça intrigante, ela também não é uma pessoa que considero normal nos padrões atuais. Minha avó é envolvido com mediunidade com certos espíritos (ouvi falar, nunca vi de fato), já fez feitiços para tentar adquirir certos objetivos e ela engravidou (o bebê era a minha mãe) de alguém misterioso que ninguém nunca descobriu o paradeiro. A minha mãe já tentou buscar respostas da vida no espiritismo, mas ela abandonou este caminho e está se aprofundando no cristianismo evangélico em busca de uma verdade. 

Eu nasci muito mais sensível do que meus antecessores, fui uma criança que tinha zero maldade. Sabia que tinha que buscar algumas respostas, desde criança me afundei na igreja (mesmo ninguém da família fazendo isso), era tipo um destaque da igreja Católica, depois que minha mãe começou a ir na igreja Batista, comecei a ir com ela, para não me sentir sozinho. Tinha medo de igrejas evangélicas, tinha medo da “manipulação cruel” dos pastores. Não muito a tarde, comecei a questionar a igreja evangélica e cristã no geral, muita coisa não respondia o que queria e não poderia me contentar com aquelas respostas. Decidi virar um aluno sem instituições religiosas, isso me libertou de muitos dogmas e medos, é o começo da minha caminhada. 

A minha mente é um turbilhão de polaridade, ao mesmo tempo que penso no bem dos animais, das árvores e da natureza, penso em assassinatos e explosões de pessoas que provavelmente estão na mente de poucos (ou não, nunca se sabe). Tenho este aspecto réptil muito forte de um lado, mas tenho uma lado emocional muito forte de outro, algo na minha mente vai filtrando os assuntos. 

Quando criança sabia que alguém me acompanhava e queria brincar comigo, mas tinha medo de ser um demônio que a igreja falava para ter cuidado, então decidi não explorar o contato com este ser. Lembrava de sonhos vívidos, de voos incríveis, voar nos sonhos era tão fácil, habilidade de foi ficando difícil com o tempo. O meu maior medo era fazer amigos e levá-los para casa, me senti muito pobre e desmoralizado. 

Uns dias atrás fui para a casa da minha mãe, carreguei uma bolsa de viagem um pouco pesada até o ponto de ônibus. No dia seguinte eu estava com a pele marcada, como alguém tivesse me queimado. Na minha cabeça eram as marcas da alça da bolsa que tinha ficado escuras por causa do sol (outra vez a questão da sensibilidade ao sol), mas isso foi algo muito estranho. Apenas tinha marcas no meu braço, com desenhos irregulares. No meu braço direito parece que alguém tinha me apertado perto do pulso. Todo mundo estava preocupado comigo (no meu trabalho todos ficaram assustados), parecia que tinha levado uma surra, mas apenas acordei desse jeito. Falei que fui marcado pela bolsa para todo mundo (ninguém acreditou), mas é algo que nem eu tenho certeza plenamente. Algumas marcas parecem dedos, outras ficaram circulares e outras retas. Para completar a situação, quando voltei para a capital depois desse tempo com minha mãe e irmão, depois da primeira noite de sono, um chinelo meu estava jogado perto da minha cama, sendo que lembro que alinho os calçados em um lugar específico, era impossível ele ter caído e ter ficado naquela posição (apenas se passasse um furação, tornado, ventania ou algo assim). Alguém entrou no meu quarto a noite, quem será este alguém? A pessoa tinha um treinamento militar incrível ou não era humano… Acredito que meu chinelo foi jogado de propósito para perceber que não era algo natural. No meu caminho do despertar, espero descobrir o que está acontecendo.

Dança, praia, ônibus e bonecas

Este sonho foi marcado com várias cenas sem conexão e lapsos de tempo totalmente desconexos. Deveria ter escrito este relato mais cedo, muito dos elementos que vi não lembro mais. Vou começar pelo que consigo recordar, na primeira cena eu estava numa praia não muito bonita, parecia um lugar familiar, provavelmente já estive ali outras vezes. Estava perto de uma ponte, onde embaixo passava a água do mar, mas não era possível ver o mar pelo ângulo que estava, era uma espécie de brecha que entrava terra adentro onde a água do mar era mais calma, aquela parte parecia ser a mais suja e que parecia acumular lixo mais facilmente. 

Eu estava com um grupo de garotas, elas estavam muito empolgadas, mas estava sentindo falta de uma garota, e esta garota não estava nesse grupo. Fiquei olhando de um lado para o outro, mas ela não chegou. Não estava me sentindo muito conectado com as outras, todos nós sentíamos que era meio uma obrigação estar ali. Íamos gravar um clipe dançando alguma coisa. Não sei o que aconteceu depois.

Na outra cena estava em um ponto de ônibus, vi idosos entrando no micro-ônibus. Eles estavam vestidos de forma bem descontraída, com um visual bem praiano. Depois que todos estavam dentro desse micro-ônibus, fomos para uma espécie de terminal (lugar que parecia muito familiar em outros sonhos também). 

De repente estava em um lugar cheio de bonecas, parecia ser uma espécie de sala de bonecas, o lugar não era feio, só assustador. As bonecas estavam unidas pelos cabelos, foram feitas mega-tranças juntando os cabelos delas. Ver aquele cena me incomodou muito, eu fui pegando as bonecas que estavam unidas por aquelas tranças e desfazendo aquele trabalho. Elas não eram feias, pareciam bonecas caras e de luxo, deu para perceber pelas roupas que usavam, deu a impressão de ser materiais da melhor qualidade.

cabelo unido por trança - Dança, praia, ônibus e bonecas
Fonte: goo.gl/eAHk57

Sonho super-bizarro, ainda me surpreende, mesmo sonhando com várias coisas diferentes.

Sonhando com viagem à África – Descobrindo novos lugares

Uns dias atrás eu sonhei que estava viajando com a minha mãe para um país da África. Não sei exatamente aonde era, era um lugar aonde as pessoas falavam português com um sotaque mais parecido com o português de Portugal. Lembro que fomos em um shopping center, nesse lugar tinha várias pessoas vendendo objetos, roupas, sapatos e etc de marcas de luxo. Nós estávamos buscando um lugar para comer, mas as coisas do lugar eram extremamente caras. Eu estava tentando converter a moeda do local com o real brasileiro. 

Depois de tanto procurar, achamos uma tenda e comemos uma espécie de salada de frutas, mas esta salada tinha frutas que nunca tinha visto na vida, parece que até lembro um pouco do sabor da refeição. Eu e minha mãe comemos na mesmo pote que estava a comida. Depois disso saímos do shopping e fomos para a rua. 

Fomos parar em uma favela, um lugar bem feio, com as ruas todas empoeiradas, cheio de gente na rua, lixo jogado por todos os lados. Minha mãe começou a ficar preocupada, disse que daqui a pouco estaríamos em uma nova “realidade”. Fomos andando e andando, de uma rua para outra tudo mudou, uma rua era dentro da favela, outra rua já era um bairro nobre. 

Logo após um pouco a mais de caminhada, conseguimos ver o mar, o mar era bem revolto. Perto do litoral, tinha vários prédios altos, num estilo bem moderno. Perto do mar, tinha uma pedra bem alta, em cima da pedra tinha uma igreja, em frente da igreja tinha uma piscina em frente ao mar. Tinha várias pessoas tomando banho de piscina. Eu conversei com algumas pessoas que estavam lá, depois desci da pedra. Explorando um pouco mais a cidade, estávamos perto de uma espécie de perto, lá tinha um supermercado todo de vidro, parece que era um final de semana, pois a maior parte do comércio estava fechado. 

O que eu lembro foi isso.

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Fanfiction – Chapeleiro maluco – Melanie Martinez – Capítulo 13

Melanie amava a história da Alice. Alice no país das maravilhosas era a história mais legal de todas as histórias. Alice era louca, louca como ela, Melanie poderia ser até mais louca do que Alice.

Melanie superou todos os seus amores, parou de tentar forçar amizade mostrando algo que não era, aprendeu a assumir a história da sua vida. Revelando seu verdadeiro modo de ser, atraiu pessoas tão birutas como ela. Assumiu a criança interior e começou a fazer coisas que nunca tinha feito antes. Ela e os amigos estouravam balões com armas. Inalavam gás hélio para mudar de voz. Pintavam uns aos outros com tintas, uma vez decidiram pintar as rosas brancas do jardim de vermelho.

Começou a sair à noite e ficava louca dançando até de madrugada. Ficava bêbada com conhecidos e desconhecidos. Acampava nas férias, mesmo que isso significasse ficar toda picada de mosquitos e ficar com o rosto descascando depois de muito sol, preferia viver assim, do que estar em um salão de beleza acreditando que isso seria uma espécie de terapia que a deixaria cada vez mais bonita.

Sua história estava totalmente fora dos padrões, ela era fora dos padrões, sua família queria mostrar que era normal e acabou em uma tragédia, era melhor cada ter vivido a sua própria verdade, se tivesse acontecido assim, as coisas seriam menos dolorosas e sofridas.

Toda vez que ela conhecia alguém, deixava claro que seria a amiga mais doida que a pessoa teria. Não era psicopatia, bebidas ou um problema mental, era simplesmente não se importar mais com opiniões alheias. As melhores pessoas, que revolucionam o mundo, que fazem algo diferente, são vistas como loucas, mas elas apenas vão atrás de um sonho e de um propósito, louco é quem não sai da zona de conforto.

Muita gente achava que ela tinha que ir no médico se tratar, buscar alguma espécie de remédio controlado. Mas ela preferia se enfiar no buraco e ir no país das maravilhas enfrentar os seus medos. Pelos corredores dos anos, Melanie foi se desfazendo de tudo aquilo que te fazia mal. Foi destruindo casa trecho que não pertencia a si. A sua família se desfragmentou em nada. No caminho de descobrir a si mesma e limpar toda a poluição mental, teve muita ajuda dos seus anjos que te protegeram até o momento. A enfermeira e a tia do mercado foram muito especiais e ajudaram na sua sobrevivência.

Seus amiguinhos se enfiaram no buraco junto com ela, ajudando a desmoronar o passado. Em um momento ela ficou de frente com o doutor que operou a senhora cabeça de batata, eles os destruiu, ele é a representação da sociedade que fica dizendo que as pessoas têm que passar por cirurgia para serem amadas. Já era hora dela enfrentar todos os seus pesadelos, seria insuportável carregá-los pelo resto da vida. Melanie descobriu que de vez em quando é bom explorar terrenos novos, uma hora ela conhecerá o chapeleiro maluco e possivelmente tomará um chá com ele.