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Resenha do filme Capitão América Guerra Civil

Eu nunca fui fã de filme de super-heróis. As histórias para mim já estão cansativas. Mas fui ver Capitão América Guerra Civil para acompanhar meus amigos. O ingresso para estudante estava R$4,00 e dava para ir. Pegamos o ônibus e chegamos minutos atrasados, pois teve engarrafamento. A próxima seção ia começar em uma hora e meia, então fomos comer.

Como havia muito tempo que não via nenhum filme no gênero, estava curioso para ver como que estava sendo a evolução de roteiro. O ponto positivo dos filmes de Hollywood é que a sonoplastia é muito bem feita, isso faz com que te passe bastante emoção. Mas a receita para a fórmula é a mesma. Sempre tem maniqueísmo, mostram sempre a Rússia como um lugar negativo (mas agora vejo que eles estão mais sutis), Estados Unidos como lugar de poderosos (representado pelos personagens), a quase perfeição (antes era perfeição total) e criam desejos nas pessoas para continuar assistindo (toda mídia faz isso, mas as produtoras famosas sabem intensificar este processo). Outra mudança importante que vi, é que tem mais pessoas negras nos filmes, antes era muito mais difícil ver isso. Intuitivamente vejo que está tendo uma inclusão maior, mas mesmo assim ainda dá muito destaque aos homens caucasianos. Eles (diretores e produtores) estão explorando outros territórios geográficos, acredito que seja para os fãs se identificarem mais com a história. Acho estranho a cronologia temporal, pegaram personagens com perfis totalmente diferentes, que combatem vilões totalmente diferentes e os colocaram dentro de um mesmo espaço. O ponto chave de nunca ter gostado desses filmes são os efeitos de vídeo nada realistas, o próprio filma zoa isso. Eu fiquei: Como assim este escudo do Capitão América ora bate na parede e volta e ora prende nos lugares? É engraçado como os vilões atacam um por um. Se realmente fosse para matar alguém, juntavam um número grande de pessoas para executar o assassinato.

Tomara que eu não tenha ofendido ninguém com minha análise. 

Esforços para aprender um idioma

Desde pequeno eu vi a importância de aprender um novo idioma. Com o mundo cada vez mais competitivo, ter habilidades a mais sempre conta pontos. Ser bilíngue, trilíngue ou poliglota ajuda muito no desenvolvimento pessoal e profissional. Estudei em escola pública e senti que o ensino passado era insuficiente para o desenvolvimento de uma língua estrangeira, os professores sempre ficavam presos no verbo to be e nunca avançaram. No terceiro ano do ensino médio também foi incluso o espanhol, mas também foi o superficial do superficial.

Ainda bem que quando comecei a se interessar no assunto, a internet já estava acessível, assim já poderia ter um mundo de conteúdo que não estava disponível antes. Eu era apaixonado por um site chamado Livemocha, lá você poderia estudar por flashcards, era um ensino bem intuitivo e conheci várias pessoas pela plataforma também. Infelizmente o site foi vendido e a nova empresa destruiu o conteúdo. Acredito que a evasão foi tão forte que eles até encerraram o serviço. Outro site muito bom e bem parecido com o sistema no Livemocha é o Busuu. Mexer no Busuu na versão gratuita é um pouco chato, pois tem que ficar pulando as coisas toda hora, mas acredito que a versão paga vale muito a pena. O que estou usando muito agora é o método Anki, substituindo o aplicativo que tinha do Memrise, queria ter os dois, mas meu celular tem pouca memória, então deixei apenas um.

O principal ao estudar um idioma, é estudar um pouco a cada dia. Não deixar acumular para estudar apenas uma vez na semana por exemplo. Quando você tem contato com o idioma todo dia, isso ajuda a enraizar o conteúdo na sua mente. O importante é não desistir, tudo no começo parece, mas aos poucos tudo vai ficando claro. Estou vendo algumas lições de mandarim no Anki e algumas palavras já entraram na minha mente de maneira surpreendente, agora é só ir evoluindo. Não desista de estudar idiomas estrangeiros, pois isso pode te ajudar muito pela vida.

O lema: Viver ou Sobreviver

Quem nasceu em um país subdesenvolvido sem ter condições financeiras e familiares boas, sabe qual é o lema de sobreviver, mas querendo viver. De querer ter as coisas e não poder. Minha mãe sempre fala para ser agradecido as coisas que tenho, porque tem pessoas em situações piores. Ela olha em que está em situação pior, enquanto eu olho para quem está em situação melhor. Nós dois temos uma assimetria de informação, enquanto eu quero apenas qualidade de vida, ela pensa que quero ter uma vida de luxo. Apenas queria ter uma saúde digna, quando precisar, ter que ir no médico sem preocupações, não ter que se preocupar com dinheiro, ter a possibilidade de resolver as coisas rapidamente. Se precisar comprar algo, não ter que esperar dois anos para isso.

Eu inocente, pensando que pouco tempo depois de entrar na universidade que as coisas iriam melhorar rapidamente. Quebrar uma linhagem é muito difícil e demanda tempo. Minha mãe é formada em serviço social, isso pode ter expandido minha percepção e saber que estudar, ter uma graduação pode melhorar as condições de vida. Escolhi o curso de Economia, pois sempre vivi em uma situação financeira ruim e queria compreender a razão do problema. Como ela, milhões de brasileiros, vivem assim, sempre estão com dificuldades financeiras. Muitas vezes por falta de administração e planejamento. Quero ensinar ela a ser uma gerenciadora melhor. Mesmo tendo opiniões de vida discordantes, ela que luta para eu alcançar meus sonhos. Por falta de pensamento crítico, ela engravidou duas vezes e cuidou de dois filhos sozinhos.

Futuramente quero fazer um projeto sobre planejamento familiar, muitos problemas surgem no seio familiar. Acredito que isso é um problema que nos deixa no subdesenvolvimento. Imagina quantas mulheres foram abandonadas e tiveram que cuidar de filhos e assim deixando seu sonho de crescer profissionalmente distante. A ordem natural das coisas deveria ser estudar, crescer profissionalmente, conquistar uma qualidade de vida e depois que tudo tivesse favorável financeiramente e psicologicamente, aí sim, se a pessoa quiser, ter um filho. Pois colocar alguém no mundo é uma responsabilidade muito grande.

Depois a criança cresce e fica que nem eu. Questionando o porquê não ter uma qualidade de vida boa, o porquê de ter que nascer para lutar e se desgastar tanto, quando este processo não é necessário. Pense em situações mais extremas. Imagina o que passa na mente de um adolescente de favela que não teve nenhum cuidado dos pais, este jovem mora em um morro onde não há leis e muita pobreza e lá de cima ele vê várias mansões e se questiona o porquê não pode participar dessa sociedade próspera.

Vamos mudar esta realidade. Não nos conformemos com esta vida e busquemos sempre algo melhor, mas fazendo isso sem passar em cima de ninguém. Busque viver, a vida de sobrevivência é triste e automática. Não coloque ninguém no mundo para sobreviver, pois você apenas está mantendo um ciclo vicioso.

Resenha/Review Magic Top Mel

lente de contato colorida mel magic top Ramon Cristian - Resenha/Review Magic Top Mel

Fui na oftalmologista para ver o grau que deveria usar. Foi em uma clínica no centro de Vitória. Meu grau aumento muito e fiquei muito triste. Além da oftalmologista, no edifício, tinha outros espaços, em uma sala tinha uma vendedora de lentes. Ela me mostrou as cores que estavam disponíveis, ela só tinha da Magic Top, testei a cor mel e amei. Eu estou cansado de usar óculos e queria muito usar lentes. Eu tinha uma lente Verde Marine da Solótica, mas era muito desconfortável. Eu já tive uma circle lenses de 15mm e era mais confortável do que esta lente “comum” da Solótica. Mas quando comprei, uma lente estava agarrada no fundo do potinho, não sei se isso influenciou. Escolhi ela através de um grupo que tem no Facebook. Vi que muita gente não se adaptou também. Normalmente é a primeira marca que as pessoas escolhem, pela empresa ter cores mais naturais. Tem gente que usa Solótica por anos sem problemas, mas não fui contemplado. Estava em dúvida se pedia uma lente nacional ou se comprava em algum site internacional de circle lenses. Se mais para frente se eu tiver dinheiro, quero testar uma circle lenses castanha. Vi umas lentes mensais lindas da Air Optix, mas tinha que escolher uma opção mais econômica, ou seja uma lente anual. Queria testar outras marcas. A lente anual que mais gostei foi da Magic Top, estava em dúvida se pegava a Lunare, mas vi que tinha uns riscos no desenho que não gostei. A cor escolhida que comprei da Magic Top foi mel mesmo, porque queria algo mais discreto. Pois agora quero entrar no mercado de trabalho e não posso ficar causando. Comprei na E-lens (foi a metade do preço que da ótica). Achei ela bem mais confortável que a Solótica, mas mesmo assim depois de umas quatro horas, senti meus olhos ressecados. Estou usando a solução que veio de brinde, vou ver se com Renu, Opti-Free ou Bio Soak aumenta o conforto.