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Resenha da série Black Mirror da Netflix

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Muita gente gostou da série, mas outras pessoas não curtiram. Comecei a ver uns trechos da primeira e segunda temporada, mas sinceramente não gostei muito. Fui ver a terceira temporada e pareceu a melhor de todas. O tema da série é muito atraente, adoro séries e desenhos que falam sobre o futuro. Da terceira temporada, só um episódio que achei chatinho, mas uma amiga minha gostou dele, enfim cada um tem uma opinião.

Cada episódio é independente, com diferentes atores e roteiro. Isso é bom para quem não tem tempo ou não gosta de acompanhar séries por um período grande de tempo. A série é do Reino Unido, ajuda muito a entender um pouco mais do inglês britânico. 

O primeiro episódio da primeira temporada se chama Queda Livre, mostra uma sociedade em que a realidade aumentada é presente. Onde as pessoas podem receber uma nota de 1 a 5 no seu convívio social. A protagonista faz de tudo para ter a maior pontuação e por conta disso tem um plano para conseguir os seus objetivos. 
O segundo episódio é Versão de testes. Um viajante sem dinheiro aceitou fazer uma experiência em uma empresa de jogos para ganhar um dinheiro extra. Foi esse episódio que menos gostei, achei dramático demais. 
Manda quem pode, mostra como que a segurança na rede é falha. Como que manipuladores podem usar dados de dispositivos pessoais para chantagear suas vítimas. 
San Junipero é um lugar onde as pessoas podem matar saudades dos tempos antigos. E onde muita coisa pode acontecer. 
Engenharia reversa mostra como o exército pode manipular a vida dos seus soldados e assim fazerem eles tomarem atitudes sem saber o que estão fazendo. 
O episódio mais longo é o último. Odiados pela nação é praticamente um filme, pois possui duração de 89 minutos. Ele mostra como que as pessoas são sabem a consequência de seus atos. 

Eu recomendo muito Black Mirror, é uma série que retiramos algo dela para as nossas vidas. 

Ramon Cristian

Estudo Ciências Econômicas na UFES. Sou apaixonado pela cultura asiática. Pretendo ensinar, mas sem deixar o espírito empreendedor de lado. Quero me especializar na área financeira ou desenvolvimento econômico. Sou fascinado por todos os temas que mostram a expressão humana, como arte, literatura, cultura e moda.