Desafio vegetariano – Parar de comer carne definitivamente

No meu coração sinto que é hora de mudar de dieta. A partir de hoje não quero mais me alimentar de carne. Nos últimos dias diminuir dramaticamente o consumo de carne, mas agora estou decidido a parar. 

Sinto que para evoluir para a iluminação, não cabe mais a mim me alimentar de outros animais. Com uma dieta vegetariana, posso ajudar a diminuir um pouco o sofrimento do mundo. Muitas vezes sabemos as condições que os animais ficam para poder nos alimentar, por muito de nós não ver o processo de perto, não sentimos o sofrimento desses animais. 

Também quero ver o impacto na minha saúde com esta mudança na alimentação. Nos últimos tempos estou me alimentando muito mal, comendo muita coisa industrializada. Vou voltar a comer alimentos frescos e mais naturais. Quero explorar mais a cozinha, tem dois anos que estou morando longe de casa e aprendi a fazer quase nada, já está na hora de botar a mão na massa.

Pelo fato de cozinhar para mim mesmo, tenho que aprender a ter mais noção sobre quantidade. Minhas compras são semanais, desse jeito compro menos quantidade e controlo mais a despensa. Também pretendo fazer outra mudança: Quando estiver em casa, comer menos fruta e me alimentar mais de verduras, legumes e hortaliças. Quero sentir como ficará a minha saúde com menos açúcar industrializado e natural. 

Vou eliminar completamente doces industrializados, frituras, biscoitos e qualquer alimento com corantes artificiais e conservantes. É melhor prevenir as doenças, depois ficamos doentes e não sabemos o porquê. 

Como diz Hipócretes: “Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio.” 

Muita gratidão a todas as pessoas que me deram informações sobre o vegetarianismo, desde muito cedo queria ser vegetariano, mas não tinha força para começar. Espero ter muito aprendizado e aprender muito nesse novo caminho alimentar. 

Metade das matérias concluídas – O que fazer da vida depois da graduação?

Finalmente estou com metade do curso concluído, vem aquela pergunta do que fazer depois de formado. Ainda tenho que formar, tem uns anos pela frente ainda de curso, mas já bate aquele dúvida do que fazer depois. Penso em fazer mestrado, mas não é simplesmente desejar fazer mestrado e pronto, é necessário toda uma preparação. Se não consegui passar na prova, o que devo fazer?

Várias opções passam na minha cabeça, como apenas trabalhar e juntar dinheiro, investir em um intercâmbio, fazer uma viagem. Como sou meio cigano, provavelmente depois de formado vou tentar a vida em outra cidade. Vou aproveitar estes anos tudo o que Vitória tem a me oferecer, não quero sair daqui com uma sensação que deveria ter feito e não fiz.  

Não estou tão preocupado com o futuro como um tempo atrás. Apenas quero fazer aquilo tem capacidade de fazer sem sobrecarregar o meu corpo e mente. Estava vivendo sob a frase “Quero dinheiro”, estou transformado esta frase em “O que posso realizar e como posso ser recompensado por isso?”

Estou aceitando o meu presente e o que posso aprender com ele. Não posso ser ingrato, pois nos últimos tempos tudo está encaminhando para dar certo. Ao meu redor vi como o medo bloqueia as pessoas, por causa dele, parte da sociedade toma um rumo onde não há satisfação. O medo de algumas coisas é um elemento que tenho que eliminar, daqui alguns anos, quero estar ciente que tentei realizar tudo aquilo que queria realizar. Quem sai fora da casinha é taxado como louco e pirado. Talvez preciso de uma loucura (positiva) para dar o primeiro passo de atividades que quero realizar.  

Não importa o que acontecer depois, apenas quero estar bem comigo mesmo e não viver a base de comparações. Cada um tem uma história diferente de vida, cada um tem seus desafios. 

Aprendendo com as adversidades – Parar de sofrer sem necessidade

Na vida temos momentos bons e ruins. De certo modo, vivemos uma dualidade. Para saber o que é a felicidade, é necessário conhecer a dor para que se aproveite mais os momentos que nos deixam felizes. A paz se mostra melhor aproveitada quando conhecemos uma sociedade bélica. Para diminuir o peso sobre as costas, veja as adversidades como um momento de aprendizado, os momentos ruins podem ser usados como conhecimento. 

As pessoas que usam drogas ao meu redor me ensinaram muitas coisas. Aprendi como o ego tem medo de se mostrar fraco, é muito difícil assumir uma fraqueza e que é preciso de ajuda. Elas me ensinaram que palavras vindas de algumas maneiras e de certas bocas não representam outras vidas, apenas representam a vida delas mesmas. A culpa é um sentimento que te prende no passado e não te deixa viver o presente, atrasando seus sonhos e metas. 

Nas vezes que tentaram me humilhar, aprendi que não somos obrigados a ter laços com pessoas que não nos querem. Ficamos juntos com que temos alguma afinidade, caso contrário as energias daquela relação que parece ser uma amizade ou um amor têm a tendência o afastamento. Nunca estamos sozinhos, sempre temos seres que estão pronto para nos auxiliar, basta querermos sermos auxiliados e entrar em contato com esta força.

A adversidade é um grande momento de aprendizado, não devemos fundir os lapsos ruins que nos afligem para aquilo não virar uma parte de nós mesmos. Um caminho possível é tentar entender e ter consciência o porquê passamos por certos sofrimentos e dores. Olhe o que acontece ao redor como sinais, se está tudo bem e tranquilo, significa que tudo está caminhando para a plenitude. Quando tudo começa a dar errado e quando a luz do túnel parece que está em uma saída onde para chegar lá precisa percorrer o infinito, significa que é necessário descobrir o que está nos travando.

Primeira vez indo em um evento de K-pop – Vitória-ES

No dia 22 de julho fui no evento Espírito Kpop no Parque Moscoso. Sai um pouco mais cedo para poder chegar a tempo. Acabei parando em outra cidade, sim, sou perdido a este ponto. Depois finalmente consegui chegar no centro da cidade para participar no evento. Quando cheguei, bateu um sentimento ruim, não me senti muito a vontade. A média de idade das pessoas do local era de uns 15 anos, me senti muito velho estando ali. 

Todo mundo estava com seus grupinhos, eu estava lá sozinho olhando para o nada. Dos meus amigos só eu gosto de K-pop, então ninguém ia sentir a vontade de me acompanhar. Tinha bastante gente, acredito que deveria estar ali umas 300 pessoas. Comprei duas fotinhas, uma da Lisa integrante da banda BlackPink e outra da Tiffany da Girl Generation, cada uma foi R$1,50. 

Fiquei olhando as coisas que o povo estava vendendo, vi umas pessoas fazendo coreografias na frente do palco. A partir de certo horário começou a ter um campeonato de dança, vi os primeiros grupos, depois comi um pastel em uma lanchonete perto e fui embora. Pensava que ia ter pouca gente, levei até um lanche do piquenique que pensei que ia rolar. 

Nesses momentos que queria ser extrovertido, tinha tanta gente legal para conhecer, mas tenho muita vergonha de chegar do nada em alguém e começar uma conversa. Agora que conheço mais ou menos as pessoas que vão nos eventos, quero pelo menos tentar iniciar uma aproximação. 

Depois que acabar o semestre e sair os resultados, vou estar com a cabeça mais tranquila e vou conseguir sair com menos preocupação na mente. Uma coisa que não curti é que senti um clima de inveja e competição. Tenho que estar com uma energia bem positiva para não absorver estas energias ruins. Algo que achei estranho, quando tocava as músicas mais famosas, tinha algumas pessoas que começavam a gritar, não sei se me acostumo com isso. Gosto de espaço e ouvir a música sem interferências (sem gente gritando perto de mim). 

Resenha Botas da Kanui depois de um mês de uso

Recebi minhas botas da Kanui na metade de junho, a entrega demorou por volta de uma semana. O entregador não achou o meu endereço, ele me ligou e apareci no portão, me entregou a encomenda, assinei um aviso de recebido. Subi para o apartamento e abri as encomendas. 

Um modelo comprei 40 e outro 41. O 41 ficou grande em mim. Foi meio difícil esta decisão entre 40 e 41, pois tem certos calçados número 40 que ficam apertados nos meus pés.  Este modelo preto é o Mr Kitsch Singapura 502 (comprei numeração 41) e o azul é o Zoo York Track C0461 (numeração 40).

 

 

O Mr. Kitsch tem uma qualidade melhor, mas estas botas são muito quentes, saí com elas uma vez, meus pés pareciam que estavam soltando brasa. As botas azuis são as que uso no dia a dia. O Zoo York ficou apertado nas laterais dos primeiros dias, depois alargou e não sinto mais desconforto. 

Posso avaliar as botas da Zoo York, a outra por ser muito quente só usei umas três vezes, quando for num lugar frio vou lembrar delas. Para usar as botas azuis tive que comprar meias grossas de cano longo, pois as laterais ficavam machucando os meus pés, uma vez estava em pé dentro do ônibus por quase duas horas, pois teve engarrafamento, quando fui ver, as botas tinha “arrancando” minha pele. Depois que troquei de meias não senti mais nada incomodando.

Paguei R$199,90 nas duas, um valor razoável. Espero que durem pelo menos um ano, pela qualidade acho difícil durarem mais que isso. Depois de um mês e alguns dias, esta é a situação das botas. 

Dá para ver que desgaste da Zoo York está bem grande para um mês de uso. Ainda não sei muito bem comprar roupa e calçados, não me importaria de pagar mais caro se soubesse que teria uma peça de vestuário por muito tempo sem precisar ficar renovando o guarda-roupa de tempos em tempos. 

Atualização – Setembro de 2017

Infelizmente a bota azul rachou na frente. Não tem como mais sair com ela para ir para a universidade e trabalho, pois sinto que o calçado pode abrir a qualquer momento. Muito triste com a compra. Senti que peguei meu dinheiro e joguei no lixo.