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Não gostar de conhecer pessoas do nada: Vantagem ou desvantagem?

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Uma coisa que não curto é conhecer pessoas do nada, aquelas que não fazem parte da minha rotina. Quando se marca um encontro com alguém desconhecido ou uma pessoa desconhecida que do nada aparece puxando assunto, me dá um certo nervoso. 

A primeira impressão é a primeira que fica, principalmente quando se vê alguém que provavelmente nunca mais terei contato, ou se tiver contato, anos depois. A melhor coisa é conhecer as pessoas naturalmente, aos poucos, no dia a dia. Quando encontramos alguém no supetão ambas as duas partes parecem que tem que fazer um esforço maior para promoverem a própria imagem. 

Odeio o fato de ser obrigado a promover a própria imagem. Dessa forma me sinto um produto humano, um ser entre bilhões de seres que se esforçam para parecem legais aos olhos da sociedade. Abandonei aplicativos de conhecer pessoas, conheci bons amigos na internet que pretendo encontrar pessoalmente um dia, mas nessa época encontrei gente com objetivos em comum e tinha mais tempo para conversar. Não tenho mais ânimo para buscar amizades online, a chance de encontrar alguém legal é muito baixa. 

Meu círculo social já está bom, está em um número de pessoas que consigo ter relacionamentos saudáveis. Nessa rede social seria melhor eu tentar fortalecer os laços, do que buscar novas pessoas. Eu não sou uma pessoa extrovertida que faz grandes amizades do nada. Sou meio analítico, gosto de conhecer quem está a minha volta aos poucos e gosto que me conheçam aos poucos também.

Não quero me expor para ser julgado por gente que não sabe nada de mim e da minha história. O melhor é evitar estes sentimentos negativos. O mundo também está muio perigoso, vemos casos e casos que são noticiados de pessoas que são mortas em encontros com desconhecidos. Sou tão extremo que nem tocar em gente estranha eu gosto, por isso tenho grande dificuldade de andar em ônibus. Prefiro pedalar quilômetros em cima de uma bicicleta, do que encostar em gente desconhecida.

Com o passar dos anos, estou a acreditar que nós mesmos de alguma forma moldamos nossa própria realidade. Não precisa ficar sofrendo para encontrar amigos ou um amor. Se tivermos energias boas, as pessoas boas vão ser atraídas para a nossa vida naturalmente. 

Ramon Cristian

Estudo Ciências Econômicas na UFES. Sou apaixonado pela cultura asiática. Pretendo ensinar, mas sem deixar o espírito empreendedor de lado. Quero me especializar na área financeira ou desenvolvimento econômico. Sou fascinado por todos os temas que mostram a expressão humana, como arte, literatura, cultura e moda.