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Como programar um cristal

Programar um cristal pode trazer uma força a mais para impulsionar a realização de algum objetivo. Cristais ajudam armazenam e ajudam a propagar energia no ambiente, sendo um grande instrumento para desenvolvimento espiritual e material. Vou indicar materiais ótimos que falam sobre o tema.

Aprenda a programar seus cristais – Luz da Serra

Este artigo explica de maneira bem didática como é possível programar o seu cristal.

Vídeo da Joyce Eliza

Este vídeo foi o meu maior incentivo para correr atrás de um cristal para fazer o experimento.



Vídeo do Pedro Bianchini

Ele explica os efeitos de cada cristal.


O poder oculto dos cristais

Cristais influenciam muito nosso cotidiano.



Como encontrei



Como encontrei um cristal?

No último sábado de 2017 decidi sair para fazer algumas compras para começar 2018. Fui no centro de Vitória (capital do Espírito Santo), atrás de elementos naturais. Comprei suco de Aloe Vera, especiarias, pétalas e folhas, mas não achei nenhum cristal em uma loja de produto natural que tinha visto. Fui andando pelas lojas da região e vi uma loja de produtos esotéricos, por causa do preconceitos que tinha, em outras épocas nunca entraria numa loja como aquela. Vi que lá tinha uma cesta cheia de quartzos, fiz como a Joyce aconselhou, fui pegando as pedras e levei aquela que mais me identifiquei. Pegou um cristal pequeno, queria algo fácil de carregar e que não chamasse muita atenção. Cheguei em casa, lavei o cristal com sal, coloquei-o no sol para energizá-lo e depois fiz a programação. O coloquei perto da minha cama, desse modo quero testar se o efeito é potencializado. Futuramente pretendo testar com outras variedades de cristais. Em 2018 quero fazer o teste com este cristal e deixar o meu relato no final do ano.

Quem é de Vitória ou região e precisa de ajuda é só chamar, tendo persistência, dá para encontrar e comprar cristais, se não achar, no Mercado Livre encontra-se vendedores. 

 

O que foi 2017 e o que esperar de 2018

2017 foi um ano muito estranho para mim, parece que meu senso de dimensão de tempo mudou completamente. Agora a minha cabeça está dividida por semestres, pois é assim que são os ciclos da universidade. Nem lembrava o que tinha feito no início de 2017, parecia que foram coisas que aconteceram há dois anos. No começo de 2017 ainda estava morando em um bairro chamado Jabour, no começo do ano começou uma crise de violência, me mudei para outro bairro, depois me mudei de novo… Enfim foi uma loucura. No começo do ano passado ainda era um cristão convicto e ainda ia na igreja em alguns finais de semana. Pareciam que as coisas estavam muito distante do tempo atual.

2018 vai ser um ano de disciplina e de enfrentamentos de medos. Fui na praia com a senhora que alugou o quarto da casa dela para mim, pensei em ficar em casa e dormir. Eu odeio morar no apartamento dela, ela fala alto, fala muitas coisas negativas e tem um jeito muito arrogante, mas não pretendo mudar por agora, mudar é um processo cansativo. Melhor morar com ela do que arriscar e viver com usuários de drogas ou em frente a usuários de drogas, lidar com alguém difícil pode servir como um ensinamento. Chegamos perto da praia, ela se sentou à mesa em um bar perto dos amigos dela, eles pareciam ser do mesmo jeito, escrúpulos e arrogantes. Fui dar uma volta no calçadão. 

A praia não estava tão cheia como pensei que estaria. Começou a chover e caiu um monte de raio no final de 2017, quando virou o ano parou de chover. Vi os fogos no pier, perto da estátua de Iemanjá (reparei que pintaram a estátua com uma cor de pele mais escura). Reparei alguns sinais de como será meu 2018, agarro e acredito nas realizações que posso ter nesse novo ano. 

2017 foi um ano que comecei a criar patrimônio, consegui um estágio ótimo, dei mais passos na minha graduação e comprei muita coisa que queria. Em 2018 vai ser um ano que gostaria de vivenciar mais experiências e conhecer pessoas que me façam me sentir mais em paz. 

Descobrindo tipo sanguíneo (Rh negativo), família reptiliana e fenômenos

Aconteceram várias coisas loucas nos últimos dias. Aos 20 anos que que fui descobrir o meu tipo sanguíneo! A minha mãe tem o sangue O positivo e ela diz que o meu pai também, então sempre acreditei que o meu sangue fosse o mesmo que os dois. Descobri que o meu sangue é O, mas o Rh é negativo. Fui pesquisar mais sobre o Rh negativo. O Rh está ligado ao macaco Rhesus, quem tem Rh negativo, não tem esta proteína desse ancestral no sangue.

Em alguns sites na internet falam que as pessoas de Rh negativo possuem as seguintes características

Informações do Site Tonocosmos:

QI mais alto: Normalmente as pessoas quando olham para mim falam que pareço inteligente, minha inteligência não é extraordinária, só acredito que as pessoas se esforçam pouco nos estudos e quando veem alguém que se esforça um pouco mais a veem como referência de inteligência. Desde criança tenho um sentimento que a maioria das pessoas devem ser eliminadas do planeta, não sei o porquê desse pensamento, sou conhecido por causa disso (uma espécie de neo-Malthusiano), estou tentando mudar essa imagem. Também tenho muita ambição em estar no topo da pirâmide.

Visão sensitiva: Tenho a visão bem sensível, não consigo ficar em lugares muito ensolarados, muitas vezes já “chorei” ao sair no sol. Tinha que avisar que não estava triste, apenas que meus olhos estavam ardendo por causa do sol. Minha pele queima fácil também, mesmo tendo a pele num tom mais escuro, sinto que ela irrita se eu ficar muito tempo no sol, quando era criança adorava ir à praia, com o passar dos anos não consigo suportar ficar com a pele exposta a luz solar.

Baixa temperatura no corpo: Quando mais novo, tocava mais frequentemente nas pessoas, elas sempre reclamavam como eu era frio! Com o tempo comecei evitar toques, principalmente por causa das reclamações. Ficava triste por afastarem de mim por não ser “quente”. Hoje não sinto que sou tão frio assim, talvez porque ninguém mais fica fazendo comentários do tipo e evito contato pele a pele com outras pessoas.

Alta pressão arterial: Para mim é o contrário, sinto que a minha pressão é baixa, meu coração bate tão lento (provavelmente bate normal, mas tenho esta impressão) que parece que vai parar.

Não ser clonado: Eu sempre pensei na possibilidade de ser clonado (criança estranha) ou de ter um androide. Será que tem relação?

Informações do site Thot3126:

  • Um sentimento de não pertencer à Terra: Algo que sempre tive, também acho muito estranho ser membro da família que estou inserido.
  • Pesquisadores e buscadores da verdade: Também tenho esta característica.
  • Sentido de ter uma “Missão” na vida (despertar para reconhecer sua própria divindade interior): OK.
  • Empatia e Compaixão pela Humanidade: Ao contrário, tenho um sentimento de querer “fugir” da Terra.
  • “SABEM” que não somos os únicos no Universo: OK.
  • Uma costela ou vértebra extra: Não sei, teria que tirar um raio-x.
  • IQ superior ao médio: OK, pelo menos do QI médio brasileiro.
  • Capacidade ESP: Não sabia o que era hahaha, pesquisei no Google, ESP é a sigla em inglês para percepção extra-sensorial, se intuição encaixa, então eu tenho. 
  • Amor a pesquisa e exploração espacial e às ciências: OK
  • Visão mais sensível e sentidos mais aguçados: Sim de certo modo.
  • Aumento das habilidades psíquicas/intuitivas: OK, algumas pessoas tinha medo de mim no ensino médio, um prato de vidro do meu almoço de repente virou cacos em cima da mesa, aquilo foi uma experiência bem estranha.
  • Não pode ser clonado: Esta possibilidade estava na minha cabeça desde cedo, pensava comigo mesmo se queria ter um clone.
  • Temperatura inferior do corpo: OK
  • Pressão sanguínea mais alta (alguns dizem que são menores): Acredito que no meu caso é menor.
  • Predominância de olhos verdes ou aveludados que mudam de cor: Tenho olhos bem escuros, mas tenho gene recessivo para olhos aveludados.
  • Cabelos vermelhos ou de cor avermelhada: Tenho cabelo escuros.
  • Maior sensibilidade ao calor e à luz do sol: OK
  • Cicatrizes inexplicadas: Quero falar mais sobre isso detalhadamente.
  • Olhos muito penetrantes: Se eu treinar, isso vai ser fácil.
  • Tendem a ser curadores: Não sei.
  • Doenças empáticas: Pelo que eu entendi do Google é algo relacionado a absorver a energia do outro, se for isso, sim eu absorvo muita energia, então prefiro me afastar de notícias ruins, quero aprender a me afastar de pessoas com energia mais carregada.
  • Capacidade de interromper dispositivos elétricos: Nunca interrompi dispositivos elétricos, mas teve uma época que insetos morriam quando chegavam perto de mim, por exemplo, uma abelha saudável e tranquila quando chegava perto de mim, morria de repente. 
  • Candidato para abduções alienígenas: Preciso contar algo estranho que aconteceu comigo
  • Experimentação de fenômenos inexplicáveis: OK.

Será que tenho DNA reptiliano?

Eu sempre achei a minha família bem estranha, principalmente por parte de pai. Desde pequeno tinha noção que não eram pessoas normais, eram humanos fora do padrão. A família do meu pai é formado por caçadores, ele comeu uma variedade de espécies de bichos, para eles é normal o hábito de caçar e comer estes animais. Eles têm o instinto predador muito aguçado. Outra coisa que me chama atenção é a frieza, sinto que não somos uma família de verdade, cada um busca seus próprios interesses, nem que para isso tenha que prejudicar um membro da própria família! Para eles pouco importam como o outro está ou do que está precisando. Se fossem pessoas em casos isolados não acharia estranho, mas todos que conheci eram assim! Eles não têm nenhum sentimento de remorso ou culpa, mentem e subornam sem se arrependerem. A minha mãe nunca foi “fria” de verdade, ela usa uma máscara como tentativa de se defender no mundo, mas por ser minha mãe e ter convivido muito com ela, sei que ela é sensível e frágil, mas tenta esconder isso a todo o custo. Ela me deu uma educação “fria” e eu acabei replicando alguns padrões familiares. A minha avó por parte de mãe é outra peça desse quebra-cabeça intrigante, ela também não é uma pessoa que considero normal nos padrões atuais. Minha avó é envolvido com mediunidade com certos espíritos (ouvi falar, nunca vi de fato), já fez feitiços para tentar adquirir certos objetivos e ela engravidou (o bebê era a minha mãe) de alguém misterioso que ninguém nunca descobriu o paradeiro. A minha mãe já tentou buscar respostas da vida no espiritismo, mas ela abandonou este caminho e está se aprofundando no cristianismo evangélico em busca de uma verdade. 

Eu nasci muito mais sensível do que meus antecessores, fui uma criança que tinha zero maldade. Sabia que tinha que buscar algumas respostas, desde criança me afundei na igreja (mesmo ninguém da família fazendo isso), era tipo um destaque da igreja Católica, depois que minha mãe começou a ir na igreja Batista, comecei a ir com ela, para não me sentir sozinho. Tinha medo de igrejas evangélicas, tinha medo da “manipulação cruel” dos pastores. Não muito a tarde, comecei a questionar a igreja evangélica e cristã no geral, muita coisa não respondia o que queria e não poderia me contentar com aquelas respostas. Decidi virar um aluno sem instituições religiosas, isso me libertou de muitos dogmas e medos, é o começo da minha caminhada. 

A minha mente é um turbilhão de polaridade, ao mesmo tempo que penso no bem dos animais, das árvores e da natureza, penso em assassinatos e explosões de pessoas que provavelmente estão na mente de poucos (ou não, nunca se sabe). Tenho este aspecto réptil muito forte de um lado, mas tenho uma lado emocional muito forte de outro, algo na minha mente vai filtrando os assuntos. 

Quando criança sabia que alguém me acompanhava e queria brincar comigo, mas tinha medo de ser um demônio que a igreja falava para ter cuidado, então decidi não explorar o contato com este ser. Lembrava de sonhos vívidos, de voos incríveis, voar nos sonhos era tão fácil, habilidade de foi ficando difícil com o tempo. O meu maior medo era fazer amigos e levá-los para casa, me senti muito pobre e desmoralizado. 

Uns dias atrás fui para a casa da minha mãe, carreguei uma bolsa de viagem um pouco pesada até o ponto de ônibus. No dia seguinte eu estava com a pele marcada, como alguém tivesse me queimado. Na minha cabeça eram as marcas da alça da bolsa que tinha ficado escuras por causa do sol (outra vez a questão da sensibilidade ao sol), mas isso foi algo muito estranho. Apenas tinha marcas no meu braço, com desenhos irregulares. No meu braço direito parece que alguém tinha me apertado perto do pulso. Todo mundo estava preocupado comigo (no meu trabalho todos ficaram assustados), parecia que tinha levado uma surra, mas apenas acordei desse jeito. Falei que fui marcado pela bolsa para todo mundo (ninguém acreditou), mas é algo que nem eu tenho certeza plenamente. Algumas marcas parecem dedos, outras ficaram circulares e outras retas. Para completar a situação, quando voltei para a capital depois desse tempo com minha mãe e irmão, depois da primeira noite de sono, um chinelo meu estava jogado perto da minha cama, sendo que lembro que alinho os calçados em um lugar específico, era impossível ele ter caído e ter ficado naquela posição (apenas se passasse um furação, tornado, ventania ou algo assim). Alguém entrou no meu quarto a noite, quem será este alguém? A pessoa tinha um treinamento militar incrível ou não era humano… Acredito que meu chinelo foi jogado de propósito para perceber que não era algo natural. No meu caminho do despertar, espero descobrir o que está acontecendo.

Como foi praticar Yoga pela primeira vez

Uns dias atrás, fui para uma aula de Yoga, no parque Pedra da Cebola que fica em Vitória-ES. Foi a primeira vez que pratico este tipo de exercício. Percebi que o estilo das pessoas presentes no local são diferentes do tipo de pessoas que lido no meu cotidiano.

Paguei um mico no início das aulas, a professora pediu para fechar os olhos e respirar. Fiz como ela disse, depois ela começou a passar algumas posições, mas eu ainda estava de olhos fechados, tentei seguir os movimentos apenas pelo o que ela estava falando, permaneci de olhos fechados. Todo mundo estava em uma posição, só eu que não. Abri os olhos, vi que já era para ter abertos os olhos e executar os movimentos passados. Nesse momento me deu uma vergonha alheia e queria sair fugindo dali. Mas depois que me situei, consegui me ajustar no fluxo. Outra coisa que me incomodou é que todo mundo tinha levado canga ou tapetinho de Yoga, só eu que levei uma toalha para colocar no gramado.

Teve alguns movimentos bem interessantes, pois olhei para certos ângulos que nunca tinha olhado antes. O objetivo era aliviar a tensão, mas me senti muito mais tenso, pelo fato de ter levado uma toalha e também por ter feito várias posições erradas. Tentei retirar estes pensamentos da minha mente, focar no vazio, na respiração e me concentrar no que a professora esta falando. Ela poderia ter me dado um toque, para eu abrir os olhos ou ter falado que era para abrir os olhos pois íamos ter que observar o que era para fazer. 

aula Yoga Ramon Cristian - Como foi praticar Yoga pela primeira vez

Acredito que foi deixar o Yoga para outro momento. Decidi fazer academia, caminhada e corridas para retirar o corpo da inércia, em outro momento faço alguma coisa coletiva, não estou preparado para isso nesse momento.