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Animais, sentimentos e suas personalidades

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Depois de muitos anos que fui ter um contato maior com os animais. Luna é uma cachorrinha que adotamos em casa e nos apegamos muito a ela. Antes ficava meio cismado de brincar com ela, eu não estava acostumado com cheiro de cachorro (ou qualquer outro animal) e os pêlos me incomodavam. Agora nenhuma dessas coisas me incomodam mais e fiquei menos fresco em meu contato com os animais.

Aprendi que, como os seres humanos, animais também possuem personalidades próprias. Uns são mais carinhosos, outros são mais atentos, uns mais sociáveis e outros menos sociáveis. Luna é uma cachorra muito medrosa e sentimental. Ela sempre quer que alguém fique perto dela. Outra característica é que ela é muito manhosa, sempre está carente de atenção. Um traço de personalidade marcante nela é a gula. Ela sempre quer comer e nunca está satisfeita, se deixar ela come até explodir. Quando estamos em casa, Luna é muito brincalhona e faz altas performances para poder chamar a atenção. Mas quando chega gente estranha em casa, ela fica querendo se esconder nas nossas pernas ou ficar bem longe dos desconhecidos. Uma vez, ela fez fezes de tanto medo que sentiu de um marido da amiga da minha mãe que veio para a festa de ano novo. 

Eu não tenho um animal favorito, meu amor ou não por um bicho sinto que é igual com uma pessoa. Eu tenho empatia com o ser e ele comigo, ou nós dois não vamos com a cara um do outro. Pele menos eu sinto quando algo ou alguém gosta de mim. 

Na casa da minha amiga tem um gato, o nome dele é Lolo. Lolo foi o primeiro gato que veio até mim. Ele é muito fofo, ele gostou quando fiz carinho nele. A maioria dos gatos normalmente são mais na deles, o instinto deles é muito forte e eles têm receio maior de relacionar com as pessoas. Lolo é um gato super sociável, ela quer estar por dentro do que está acontecendo e tenta “escanear” quem ele não conhece. 

Um animal muito marcante na minha vida foi o Frederico. Frederico é o papagaio da madrinha do meu irmão. Ele é mais na dele, apenas fica mais a vontade quando só tem membros da família em casa. Morria de passar perto dele, ele bica os “estrangeiros” e não gosta que estranhos fique perto dele. O engraçado é que, um sobrinho dessa senhora foi morar na casa. O Frederico simplesmente amava este rapaz, sempre o seguia e quando estava fora da gaiola só dava atenção a esta pessoa. Acontece que, os dois filhos dessa senhora já convivia há anos com este papagaio e este não era tão íntimo com os dois. Percebo que os animais também tem um senso de empatia similar com a dos humanos. 

Não sei se no futuro vou ter outro animal ou ter contato com outros bichos. Espero estar mais sensível com a natureza que nos cerca nos próximos anos, sinto que ficamos mais amorosos tendo contato com um animal. 

Ramon Cristian

Estudo Ciências Econômicas na UFES. Sou apaixonado pela cultura asiática. Pretendo ensinar, mas sem deixar o espírito empreendedor de lado. Quero me especializar na área financeira ou desenvolvimento econômico. Sou fascinado por todos os temas que mostram a expressão humana, como arte, literatura, cultura e moda.