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A desconfiança do governo e movimentos separatistas

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O governo não é visto como uma entidade confiável para muitas pessoas. Vários cidadãos não querem e não gostam da ideia de terem que pagar para a construção do Estado e seu aparato. A indignação de não sentir parte de uma nação faz surgir grupo separatistas.

A elite do Estado não quer ficar para trás e deseja ser igual ou superior ao empresariado. O empresário no capitalismo tem um papel muito respeitado, enquanto a elite do Estado é vista como uma espécie de parasita que se aproveita do monopólio da força para buscar seus próprios interesses.

A desconfiança e a insegurança de não ter direitos fazem com que grupos menores queiram ter o domínio do seu próprio território e se livrar do poder central. As pessoas têm uma falsa ilusão que é uma tarefa fácil se separar de um determinado domínio. O Estado tem a monopólio da força, vai ser muito difícil alguém vencer a potência de um poder maior. Normalmente conflitos de interesse geram guerras, mesmo com a tensão de uma guerra, os separatistas podem não consegui atingir os seus objetivos. 

No sul do Brasil vemos um movimento separatista mais visível. Como os sulistas, as pessoas de outras localidades também estão com um sentimento de frustração de como se configura o sistema político brasileiro. Muita gente é muito ingênua e acredita que apenas acreditar e apoiar o movimento vai fazer as coisas acontecerem. O processo de federalização dentro do território brasileiro é muito forte, desfazer isso é uma tarefa um tanto quanto complicada. Acredito que devemos trabalhar para fortalecer os governos locais e as pessoas terem mais controle com o dinheiro dos impostos estão sendo usados. 

Tenho uma ideia um tanto quanto diferente do que é posto na realidade. Acredito que repasse de imposto deveria na maior parte ser utilizada na administração do bairro/região que esta renda foi recolhida. Dessa forma, a comunidade da localidade usaria a verba para aquilo que a população da localidade precisasse. O governo federal deveria preocupar apenas em defesa. As unidades federativas deveriam ter mais autonomia e depender apenas de si. Este modelo geraria mais competitividade e dessa forma gerando mais inovação. A adaptação do estilo de vida seria mais harmoniosa, sendo mais compatível com cada região. 

Espero que o Estado posso se reorganizar para entregar uma paz social e erradicar a pobreza. Se este sistema cair, que o próximo pense mais em evoluir o ser humano para um caminho que não leve a destruição. 

Ramon Cristian

Estudo Ciências Econômicas na UFES. Sou apaixonado pela cultura asiática. Pretendo ensinar, mas sem deixar o espírito empreendedor de lado. Quero me especializar na área financeira ou desenvolvimento econômico. Sou fascinado por todos os temas que mostram a expressão humana, como arte, literatura, cultura e moda.